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Lula chama secretário de Trump de ‘latino-americano frustrado’ após fala sobre Brasil não ser ‘amigável’

O presidente disse, ainda, que Rubio, que é filho de cubanos, ‘não gosta’ da América Latina

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula criticou Marco Rubio, chamando-o de "latino-americano frustrado" após críticas ao Brasil.
  • Rubio afirmou que o Brasil não é considerado um aliado prioritário dos EUA no hemisfério.
  • Lula destacou a intenção de fortalecer a relação institucional com os Estados Unidos.
  • Rubio mencionou o Brasil em um contexto de distanciamento devido ao ciclo eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula rebateu críticas feitas por Rubio em audiência no Senado norte-americano Ricardo Stuckert/ PR/ Evelyn Hockstein/ Reuters

Em reunião ministerial realizada na manhã desta quarta-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom contra o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Lula classificou o chefe da diplomacia americana, que é filho de cubanos, como um “latino-americano frustrado”, em resposta às críticas feitas por Rubio ao Brasil durante uma audiência no Senado norte-americano.

“Eu já tinha dito, e vou dizer para vocês e ao presidente Trump: esse Marco Rubio não gosta da América Latina e muito menos do Brasil. Ele é um latino-americano frustrado”, declarou o presidente brasileiro.


Apesar da fala, o chefe de Estado ressaltou que o objetivo do governo brasileiro é conter ruídos diplomáticos e“construir uma narrativa verdadeira” entre os dois países.

“É importante que eles saibam que nós não queremos guerra, é importante que eles saibam que nós queremos construir a narrativa verdadeira de uma relação que já dura 211 anos. Nós queremos fortalecer a nossa relação institucional com os Estados Unidos”, ponderou Lula.


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Rubio diz que Brasil não está entre nações ‘amigáveis’

Nesta terça-feira (2), em audiência no Senado norte-americano, Rubio afirmou que o Brasil não integra plenamente o grupo de nações consideradas aliadas prioritárias de Washington no hemisfério. Ao justificar o distanciamento, o secretário de Donald Trump declarou que o país está “no meio de um ciclo eleitoral”.

“Nós temos neste hemisfério uma coalizão de países amigáveis — mais de uma dúzia — que se alinharam para trabalhar não apenas nas questões de segurança, mas também na prosperidade econômica, que andam de mãos dadas", argumentou Rubio, isolando o Brasil em sua fala. “Com exceção da Nicarágua, além de Cuba, obviamente, Venezuela, e, claro, o Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral, e até certo ponto o atual governo na Colômbia também — pelo menos o presidente tem sido problemático”, disparou o secretário americano.

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