Empresários, juristas e políticos se reúnem para discutir cenário do comércio no DF
Temas como oportunidades de melhoria no ambiente de negócios na capital e avanços econômicos foram discutidos no encontro
Brasília|Do R7, em Brasília

Empresários, juristas e políticos se reuniram em almoço nesta terça-feira (5) para discutir cenários do comércio no Distrito Federal. No encontro, organizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), foram discutidos temas como oportunidades de melhoria no ambiente de negócios na capital e de avanços econômicos.
Entre os convidados, estavam o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello; o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), desembargador Roberval Belinati; e Sebastião Melchior, subsecretário de Fazenda do DF. Durante o encontro, o idealizador da reunião, Fábio de Carvalho, ainda comentou sobre desafios e conquistas do setor este ano.
Entre os empresários, participaram o presidente da Agenciauto, José Rodrigues Neto, e o presidente da Codese, Leonardo Ávila.
• Compartilhe esta notícia no WhatsApp
• Compartilhe esta notícia no Telegram
"Encontro importante de setor produtivo, autoridades do Governo do DF, presidente do TRE-DF e ministro aposentado do STF Marco Aurélio de Mello juntos para discutir medidas que garantam segurança para que as empresas possam investir mais na nossa cidade, gerar emprego, renda e impostos que serão revestidos em benefícios para toda a população do Distrito Federal", disse o diretor comercial da Record TV Brasília, Ronnie Bragança.
Com inflação em queda há três meses, DF registra deflação em junho; comércio mantém crescimento
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medidor oficial da inflação, recuou 0,4% no Distrito Federal em junho deste ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice vinha em queda nos últimos três meses, mas ainda gerava resultados positivos — 1,1%, em março; 0,6%, em abril; e 0,2%, em maio. Isso significa que o preço dos produtos subiu por três meses, mas apresentou uma queda no quarto (leia mais aqui).















