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Flávio diz a Trump que EUA terão país aliado e não será necessário taxar empresas brasileiras

Pré-candidato do PL afirmou que buscará benefícios para as empresas de ambos os países

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro afirmou a Donald Trump que, se eleito, o Brasil será um país aliado dos EUA, eliminando a necessidade de taxar produtos brasileiros.
  • O senador destacou que buscará acordos benéficos para empresas brasileiras e norte-americanas.
  • A conversa com Trump durou 1h40 e incluiu temas como a saúde de Jair Bolsonaro e a classificação de organizações criminosas brasileiras.
  • Para o senador, Trump disse que ainda está analisando a classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas, sem decisão definitiva.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Reunião entre Flávio e Trump ocorre em meio ao escândalo que envolve o senador e Daniel Vorcaro Andressa Anholete/Agência Senado - 21.05.2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta terça-feira (26) ter dito ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o país não precisará mais taxar produtos brasileiros caso o senador seja eleito presidente. Segundo Flávio, os motivos serão os acordos a serem selados entre os dois países.

“Em função de como o governo Lula trata os Estados Unidos, ameaçando o dólar como padrão internacional no comércio entre países, o que eu disse é que os Estados Unidos teriam um país aliado no Brasil, que não seria necessário ele usar o mecanismo de taxar as empresas brasileiras, porque teríamos a condição de sentar como adultos”, declarou Flávio após se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca.


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Flávio afirmou que, se eleito, negociará acordos benéficos para as empresas dos dois países.

Segundo o senador, a conversa com Trump durou 1h40 e, nela, o norte-americano passou dez minutos falando sobre as reformas na Casa Branca. Flávio disse que outros temas envolveram a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a classificação de organizações criminosas brasileiras como organizações terroristas.


Ele disse, porém, não ter recebido um posicionamento de Trump sobre a classificação. “Ele falou que estava analisando isso ainda, mas, obviamente, não pode tomar uma decisão definitiva para me dar”, declarou.

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