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Flávio volta a criticar decisão de Moraes sobre proibição de visitas a Bolsonaro: ‘Rasga a Constituição’

Senador participou do lançamento de pré-candidaturas do PL em Vitória, no Espírito Santo

Brasília|Joana Pae, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir visitas a Jair Bolsonaro por 30 dias, acusando-o de "rasgar a Constituição".
  • Durante evento em Vitória/ES, Flávio destacou a necessidade de um Senado forte com representantes da direita, citando a falta de maioria no governo Bolsonaro como um problema.
  • A proibição de visitas foi uma resposta ao descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária por Bolsonaro, após a divulgação de uma carta política.
  • Flávio acusou Moraes de tentar interferir nas eleições de 2026, afirmando que a decisão foi uma vingança pessoal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

FLAVIO
Flávio atribuiu a Moraes uma tentativa de interferir nas eleições Vittor Sales/Divulgação pré-campanha Flávio Bolsonaro

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo Flávio, o ministro “rasga a Constituição” ao proibir por 30 dias o direito de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Depois do que aconteceu ontem, eu já perdi as contas de quantas facadas o presidente Bolsonaro já levou. E ontem foi mais uma.”, disse o pré-candidato durante um evento do PL em Vitória/ES, neste sábado (18).


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O encontro marcou o lançamento das pré-candidaturas de Maguinha Malta (PL) ao Senado Federal, além da oficialização de pré-candidatos capixabas à Assembleia Legislativa e Câmara Federal.

Ao lado da pré-candidata ao Senado, Maguinha Malta (PL), Flávio destacou a necessidade de fortalecimento de representantes da direita no Senado. “Nós precisamos ter um Senado forte, que foi o grande problema do governo Bolsonaro, porque nós não tínhamos maioria”.


Visitas proibidas

A proibição de visitas por 30 dias foi determinada na sexta-feira (17), após Moraes concluir que Bolsonaro descumpriu as regras da prisão domiciliar humanitária ao divulgar uma carta com conteúdo político por intermédio de Flávio.

Para o filho do ex-presidente, o impedimento foi estendido para 90 dias, com proibição de contatos com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026.


Nas redes sociais, Flávio repudiou a decisão de Moraes e disse que “usar a força que o Estado lhe conferiu para satisfazer seus devaneios pessoais não é justiça, é vingança”.

Flávio atribuiu ao ministro do STF uma tentativa de interferir nas eleições: “Moraes desequilibrou as eleições de 2022 e tenta interferir de novo em 2026.”

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