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DF investiga nova suspeita de gripe aviária em animal do Zoo de Brasília; ave foi sacrificada

Ave de origem australiana apresentou sintomas neurológicos e evolução do quadro; equipe técnica optou pela eutanásia

Brasília|Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

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Emu foi sacrificado por suspeita de gripe aviária
Emu foi sacrificado por suspeita de gripe aviária Divulgação/Zoológico de Brasília

A Secretaria e Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal afirmou nesta quinta-feira (12) que um novo caso suspeito de gripe aviária foi detectado no Zoológico de Brasília.

Desta vez, o animal é um emu — ave de origem australiana —, que fazia parte do plantel do Zoo. A ave foi sacrificada.

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Segundo a Seagri, o emu apresentou sintomas neurológicos e evolução do quadro clínico, e a equipe técnica optou por fazer a eutanásia do animal. Amostras biológicas foram coletadas e encaminhadas ao LFDA (Laboratório Federal de Defesa Agropecuária) para confirmação da presença da gripe aviária.

Segundo o Zoológico, o emu vivia em um recinto com outros animais da mesma espécie.

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No fim de maio, um irerê (tipo de pato) que não fazia parte do Zoo foi encontrado morto no local, e exames confirmaram o vírus da gripe aviária.

Com a identificação desse novo possível caso da doença, a Seagri determinou que o Zoológico permaneça interditado. O local já estava fechado para o público desde que a primeira suspeita da doença foi identificada, e a previsão era de que o Zoo fosse aberto nesta sexta-feira (13).

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Segundo a pasta, a decisão de manter a interdição foi tomada em conjunto com o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) e com a Fundação Jardim Zoológico de Brasília.

“A medida tem caráter preventivo e visa proteger a saúde dos animais, dos trabalhadores e dos visitantes, além de evitar possíveis focos de disseminação da doença no Distrito Federal.”

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Com exceção do emu, não foram observados sintomas ou alterações de comportamento em outras aves e animais do Zoológico.

O Governo do DF destacou que a manipulação de aves mortas deve ser evitada. Além disso, frisou que todas as suspeitas, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves, devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura pelos seguintes contatos:

  • Email: falecomadefesa@seagri.df.gov.br;
  • Telefone (WhatsApp): 61-99154-1539.

A secretaria reforçou que “o consumo de carne de aves e ovos inspecionados é seguro, já que a doença não é transmitida por esse meio”.

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