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Lira afirma que matérias econômicas são prioridade do Congresso

Segundo o presidente da Câmara, novas regras fiscais devem ser aprovadas em maio, e reforma tributária, até 17 de julho

Brasília|Clarissa Lemgruber, do R7, em Brasília

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Arthur Lira em discurso no fórum do Lide, em Nova York
Arthur Lira em discurso no fórum do Lide, em Nova York Érika Garrida/Lide

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta terça-feira (9) que a aprovação das novas regras fisicais e da reforma tributária estão entre as metas do Congresso para o primeiro semestre deste ano. Em evento do Lide Brazil Investment Forum, em Nova York, nos Estados Unidos, o parlamentar disse que espera que o arcabouço seja votado ainda em maio e a reforma, antes do recesso parlamentar, que começa em 17 de julho.

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"O relator do arcabouço fiscal [o deputado Cláudio Cajado (PP-BA)] deve fazer alterações e apresentar o texto entre hoje [9] e amanhã [10]", afirmou.


Na avaliação de Lira, a votação da matéria vai "facilitar muito" a aprovação da reforma tributária, que, segundo ele, servirá para ter um "país mais justo e simples". "Não penso que faltará apoio para que essas matérias andem", completou.

Equipe econômica

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, também falou sobre o tema na manhã desta terça em visita ao Senado. Na avaliação dela, Cajado tem alinhado as sugestões com a equipe econômica do governo federal.


"Tudo o que ele tem apresentado como sugestão tem passado pelo corpo técnico [...]. Nós estamos trabalhando em conjunto, e aquilo que for decisão do Congresso, desde que preserve a espinha dorsal, eu acredito que vai ser acatado pelo governo", afirmou.

Tebet também disse que o governo vai respeitar as mudanças promovidas pelos parlamentares, desde que não modifiquem “a espinha dorsal” do projeto. Segundo ela, o novo arcabouço “vai suprir possíveis equívocos do teto de gastos”, a atual regra fiscal que vigora no país. “Ele vem com regra mais flexível, crível, com foco em controlar gastos e garantir o compromisso social”, disse.

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