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Governo reduz contenção de despesas em R$ 1,88 bilhão no Orçamento

Valor total retido passou de R$ 17,94 bilhões para R$ 16,06 bilhões, segundo decreto

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo federal reduziu a contenção de despesas no Orçamento de 2026 em R$ 1,88 bilhão, totalizando agora R$ 16,06 bilhões.
  • O maior alívio foi no Ministério das Cidades, que teve uma liberação de R$ 1,46 bilhão, reduzindo a contenção para R$ 448,7 milhões.
  • O Ministério da Defesa mantém a maior contenção entre as pastas, com R$ 4,34 bilhões retidos.
  • R$ 3,3 bilhões do total retido correspondem a emendas parlamentares, e há uma restrição de empenho de R$ 24,06 bilhões até novembro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Órgãos do Executivo terão até 7 de outubro para indicar programações que serão bloqueadas ou desbloqueadas Agência Brasil - Arquivo

O governo federal reduziu em R$ 1,88 bilhão a contenção de despesas prevista no Orçamento de 2026. O valor total retido passou de R$ 17,94 bilhões para R$ 16,06 bilhões, segundo decreto publicado nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Planejamento.

A mudança ocorre após o governo desbloquear R$ 15,53 bilhões em despesas.

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Ministérios

Entre os ministérios, o maior alívio ocorreu no Ministério das Cidades. A contenção da pasta caiu de R$ 1,91 bilhão para R$ 448,7 milhões, uma liberação de R$ 1,46 bilhão.

Na Saúde, a contenção passou de R$ 1,001 bilhão para R$ 959,8 milhões, uma redução de R$ 41,9 milhões.

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Já o Ministério da Defesa continua com a maior contenção entre as pastas, de R$ 4,34 bilhões. Os valores de contenção da Fazenda, Educação e Transportes permanecem em R$ 856,3 milhões, R$ 1,32 bilhão e R$ 592,9 milhões, respectivamente.

Do total que permanece retido no Executivo, R$ 3,3 bilhões correspondem a emendas parlamentares.

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O decreto também mantém uma restrição de empenho de R$ 24,06 bilhões até novembro nas despesas discricionárias do Poder Executivo. Segundo o governo, a medida busca adequar o ritmo de execução dos gastos à evolução das receitas ao longo do ano.

Os órgãos do Executivo terão até 7 de outubro para indicar as programações que serão efetivamente bloqueadas ou desbloqueadas. No caso das emendas parlamentares, a distribuição da contenção seguirá regras específicas.

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