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Lula sobe o tom contra taxas dos EUA e anuncia alerta para quem estiver com celular roubado; veja

Presidente discursou na 7ª Plenária do Conselhão, nesta quarta (10), em Brasília

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente Lula anunciou o projeto "telefone seguro" durante reunião do Cdess, visando alertar proprietários de celulares roubados.
  • O projeto busca tranquilizar 200 milhões de brasileiros, destacando que a compra de celulares roubados é mais comum entre pessoas de baixa renda.
  • Lula criticou a visão negativa sobre gastos no Brasil, questionando o custo de não realizar ações necessárias.
  • O presidente abordou críticas dos EUA sobre trabalho forçado no Brasil, defendendo a dignidade dos trabalhadores brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta quarta-feira (10), enquanto participava da sétima reunião plenária do CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), o Conselhão, evento voltado ao planejamento do desenvolvimento nacional e de políticas sustentáveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que irá despachar em reunião uma nova medida do programa Celular Seguro.

A medida envolve enviar mensagens aos proprietários de celulares roubados, alertando-os para devolver os aparelhos às autoridades. “Eu sei que rico não compra telefone roubado, mas eu sei que os pobres compram. [...] Eu não posso ficar com essa dúvida porque o ‘telefone seguro’ vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos”, afirmou o presidente. Ele disse ainda não saber, porém, se a orientação será para devolver o aparelho em uma delegacia ou pelos Correios.


O presidente também voltou a falar sobre a necessidade de fazer investimentos que, segundo ele, são erroneamente tratados como gastos. “Nesse país, a gente nunca conseguiu avançar o que precisava avançar, porque existe uma desgraça de palavra chamada gasto. [...] As pessoas nunca pararam para escutar e fazer a grande pergunta: quanto custou não fazer as coisas?”

Lula ainda abordou a investigação dos Estados Unidos em torno de acusações de trabalho forçado no Brasil: “É preciso que vocês me apresentem urgentemente o estudo do que ganha um trabalhador americano, porque essa última imputação de taxa que eles colocaram para nós, nós não temos o direito de aceitar por dignidade e respeito ao que nós fazemos aqui para os trabalhadores brasileiros”.

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