Mario Frias e produtora do filme de Bolsonaro são proibidos de deixar o Brasil
Deputado é investigado por repasse de R$ 2 milhões em emendas parlamentares a organização social
Brasília|Gabriela Coelho e Augusto Fernandes, do R7, em Brasília, e Natália Martins, da RECORD Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O deputado federal Mario Frias (PL-SP), a empresária Karina Ferreira da Gama (produtora do filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro) e outras 27 pessoas investigadas por um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares estão proibidas de sair do Brasil.
Nesta quinta-feira (10), a PF deflagrou a Operação Make Up e cumpriu 49 mandados de busca e apreensão contra Mario Frias, Karina Gama e mais 27 pessoas. A operação apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares repassadas, por meio de termos de fomento, a uma organização da sociedade civil.
As pessoas que foram alvo da operação foram submetidas a medidas cautelares, como proibição de deixar o país e de manter contato entre si. A reportagem tenta contato com as defesas do deputado e da empresária.
As ordens foram expedidas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, relator de inquéritos no tribunal sobre desvios de emendas parlamentares.
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Segundo a PF, os investigadores identificaram uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados que teria direcionado os recursos recebidos para empresas subcontratadas de maneira irregular. A suspeita é de que não haja comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.
Frias é investigado por suposto repasse de R$ 2 milhões
No caso de Mario Frias, a investigação mira a destinação de aproximadamente R$ 2 milhões em recursos de emendas parlamentares para uma organização social.
A PF identificou movimentações financeiras de centenas de milhões de reais entre empresas que fariam parte do esquema. De acordo com a corporação, as tentativas de dissimular os supostos desvios teriam continuado até julho deste ano.
A operação investiga possíveis crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes relacionados a licitações.
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