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PF e CGU fazem operação contra deputado federal Mario Frias e produtora do filme Dark Horse

Equipes cumprem 49 mandados de busca e apreensão emitidos pelo STF e apuram movimentação de centenas de milhões de reais

Brasília|Jéssica Eufrásio, do R7, em Brasília e Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • PF e CGU deflagram a Operação Make Up para investigar desvio de recursos públicos de emendas parlamentares.
  • 49 mandados de busca e apreensão são cumpridos em SP, RJ, CE e DF, com alvos incluindo o deputado Mario Frias e a produtora Karina Ferreira da Gama.
  • Investigações apontam para organização criminosa envolvendo agentes públicos e privados, com movimentação de centenas de milhões de reais.
  • Delitos apurados incluem peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Karina Ferreira da Gama participou da campanha de Mario Frias ao cargo de deputado federal Reprodução/Instagram– Arquivo

A PF (Polícia Federal) e a CGU (Controladoria-Geral da União) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, para apurar o suposto desvio de recursos públicos de emendas parlamentares repassadas, por meio de termo de fomento, a uma organização da sociedade civil.

As equipes cumprem 49 mandados de busca e apreensão emitidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Ceará e no Distrito Federal.


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A reportagem apurou que, entre os alvos da operação, estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e Karina Ferreira da Gama, produtora do filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

As investigações apontam para a existência de uma organização criminosa, formada por agentes públicos e privados. O grupo é suspeito de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços pagos.


As tentativas de dissimular os desvios teriam se estendido até julho último. Levantamentos financeiros identificaram, ainda, movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado.

Os delitos apurados envolvem peculato — atos cometidos por funcionários públicos contra a administração; falsidade documental; lavagem de dinheiro; organização criminosa e crimes licitatórios.


A reportagem tenta contato com as defesas do deputado e da empresária.

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