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Motta critica decisão de Dino sobre Valdemar e diz que houve ‘indevida intervenção’

Em nota divulgada neste sábado, presidente da Câmara afirmou que decisão é ‘inaceitável’ e tenta ‘criminalizar a atividade política’

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, criticou a decisão judicial sobre a investigação das emendas parlamentares envolvendo Valdemar Costa Neto.
  • Motta afirmou que a decisão representa uma "indevida intervenção judicial" e que as emendas foram alocadas conforme as normas vigentes.
  • A decisão não aponta desvio ou aplicação irregular de verbas, mas é vista como uma tentativa de "criminalizar a atividade política".
  • O presidente da Câmara defendeu servidores investigados, destacando que a operação das emendas por assessores é normal e não irregular.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em nota, Hugo Motta afirmou que decisão tenta 'criminalizar a política' Lula Marques/Agência Brasil - Arquivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, divulgou uma nota neste sábado (11) em que critica a decisão judicial relacionada à investigação sobre a gestão de emendas parlamentares envolvendo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

No texto, Motta afirma que houve “indevida intervenção judicial no mérito de atividade típica” do Parlamento e sustenta que a destinação dos recursos ocorreu em conformidade com as normas vigentes.


Na nota, o presidente da Câmara afirma que a decisão “não identifica desvio, abuso ou aplicação irregular de verbas públicas” e que se limita a “inferições” e a uma tentativa de “criminalizar a atividade política”.

“Torna-se inaceitável, tendo em vista que a alocação das emendas está em plena conformidade com a moldura normativa vigente e com os compromissos institucionais firmados entre o Executivo e o Legislativo”. afirmou.


O presidente da Câmara também saiu em defesa dos servidores da Casa. Na investigação, a Polícia Federal apura a atuação da servidora Mariângela Fialek.

De acordo com ele, a autorização para que assessores operacionalizem as indicações de emendas conforme orientação das lideranças partidárias “insere-se na normalidade do funcionamento administrativo do mandato e não traduz qualquer irregularidade”.


A manifestação ocorre um dia após a divulgação de informações da investigação que apura a atuação de uma suposta estrutura paralela na Câmara para gerir emendas parlamentares, atribuída ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Segundo investigações da corporação, o liberal contava com a atuação da servidora da Câmara Nara Nicolau Brum. Ela seria uma “agente funcional central na engrenagem” de tratamento e encaminhamento de emendas parlamentares diretamente direcionadas a Costa Neto.


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