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No Dia de Tiradentes, Motta participará de eventos em Minas ao lado de Zema e Aécio

Data também marca 40 anos da morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil eleito depois da Ditadura Militar

Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo

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Motta avisa a Barroso decisão da Câmara que suspende ação penal de Ramagem por tentativa de golpe Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 8.4.2025

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participa nesta segunda-feira (21), Dia de Tiradentes, de eventos em Minas Gerais ao lado do governador Romeu Zema (Novo) e do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). A data também marca o 40º aniversário do falecimento de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil eleito, indiretamente, depois da Ditadura Militar.

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O dia de Motta vai começar às 9 horas, em Ouro Preto. O presidente da Câmara vai participar da cerimônia da Medalha da Inconfidência 2025, a convite de Zema.

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O governador de Minas tenta pavimentar um caminho para a eleição presidencial de 2026 e é a favor da anistia para os condenados do 8 de Janeiro — tema que Motta deve enfrentar nas próximas semanas.

Ainda pela manhã da segunda-feira, Motta vai partir para São João del-Rei, para integrar as homenagens pelo 40º aniversário da morte de Tancredo Neves. O deputado foi convidado pelo colega Aécio Neves.

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A segunda agenda de Motta contará com três eventos: às 11h45, ele participa da visita ao túmulo do ex-presidente; às 12h30, da reabertura do Memorial Tancredo Neves, e às 13h15 de um almoço no Solar do Presidente.

PL da Anistia: busca por meio-termo

Hugo Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), procuraram alguns parlamentares, para que eles analisem um texto alternativo ao projeto de lei que anistia os condenados pelos atos extremistas do 8 de Janeiro.

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O movimento, iniciado nos últimos dias, tem o aval do STF (Supremo Tribunal Federal), que também participa das conversas. Entre os parlamentares envolvidos na discussão está o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Conforme apurou o R7, a ideia é criar uma proposta que não seja inconstitucional e que, ao mesmo tempo, deixe de lado o perdão total aos atos antidemocráticos.

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Seria um texto com “equilíbrio”, em razão de reclamações tanto da direita quanto da esquerda entorno do atual relatório do PL da Anistia, elaborado pelo deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE).

O novo texto estudado, que ainda não foi oficializado, deve se apresentar como uma alternativa a dosimetria das condenações dos envolvidos no 8 de janeiro. Há um entendimento entre algumas lideranças do Congresso de que existem penas “fora da régua” a condenados pelos atos extremistas.

Eles citam, por exemplo, os envolvidos que foram condenados a 17 ou 14 anos de prisão. Então, uma das possibilidades seria ajustar essas penas.

Essas condenações, contudo, não representam a maioria. Dos 497 condenados, a maior parte, 249, foi sentenciada a penas que variam entre um a três anos de detenção.

Dos outros, um teve pena de 17 anos e seis meses de prisão, 43 de 17 anos de prisão, 58 de 16 anos e seis meses, um de 14 anos e seis meses e 102 a 14 anos de prisão.


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