‘O que vai pesar é o tratamento dele em relação ao 8/1’, diz Flávio Bolsonaro sobre Messias no STF
Senador e pré-candidato ao Planalto avalia que advogado-geral será questionado sobre lealdade ao PT e sua condução quanto à anistia
Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta terça-feira (28), que a análise da indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) será marcada pela atuação do indicado frente aos atos do 8 de Janeiro como advogado-geral da União.
Flávio também disse considerar que ele será confrontado pela forma como avalia a anistia aos condenados pelos eventos antidemocráticos e sobre a questão da imunidade parlamentar, além de sua proximidade com o presidente Lula e o PT. Na visão do senador, o fato de o indicado ser evangélico terá um peso secundário no processo.
“A questão que vai pesar mais, eu acho, é o tratamento dele com relação ao pessoal do 8 de Janeiro. Ele se vangloriando de dizer que pediu, pessoalmente, a prisão de vários desses inocentes. O que vai ser avaliado é o filme dele, muito próximo ao PT. Uma lealdade muito grande a Lula e a Dilma. Isso tudo, que é o histórico de vida dele, é que vai pesar, e menos a questão de qual é a religião dele”, opinou.
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Flávio também avalia que o processo de condução ao Supremo será diferente do de candidatos anteriores, devido à proximidade de eleições e à atual conjuntura política do país.
Conforme mostrou o R7, uma das questões exploradas por oposicionistas será a situação envolvendo o Banco Master, além da reação de ministros a iniciativas do Senado, como a CPI do Crime Organizado.
“Vai ser uma votação diferente das outras. Não vai ser só o perfil do indicado que vai pesar, vai ser o cenário político, a conjuntura do país e os excessos que o Supremo continua cometendo”, pontuou Flávio.
Messias enfrentará a sabatina na CCJ do Senado e o crivo do plenário nesta quarta-feira (29). O advogado-geral foi indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou do STF em outubro de 2025. O desfecho da indicação ocorre após cinco meses de espera.
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