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Banco Central reduz taxa básica de juros a 14,5% no segundo corte consecutivo no ano

Copom promove novo corte e mantém cautela após período de juros elevados

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Copom reduziu a taxa Selic de 14,75% para 14,5% ao ano, em seu segundo corte consecutivo de 2026.
  • A nova taxa entra em vigor por 45 dias até a próxima reunião para avaliação do cenário econômico.
  • A Selic é uma ferramenta crucial do Banco Central para controlar a inflação e impactar o crédito e consumo.
  • Antes desse ciclo de cortes, a Selic havia passado por aumentos que a levaram ao maior nível desde 2006, em 15% ao ano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sob comando de Gabriel Galípolo, Copom reduz Selic a 14,5% Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 05.09.2025

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu, nesta quarta-feira (29), a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, passando de 14,75% para 14,5% ao ano. É o segundo corte consecutivo em 2026, após a interrupção do ciclo de alta iniciado no ano passado.

A nova taxa deve permanecer vigente pelos próximos 45 dias, até a próxima reunião do colegiado, quando os diretores do Banco Central voltarão a avaliar o cenário econômico.


No encontro anterior, em 18 de março, o Copom havia promovido o primeiro corte após meses de elevação dos juros, reduzindo a Selic de 15% para 14,75% ao ano.

Leia mais

O que é a Selic?

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Quando elevada, encarece o crédito, reduz o consumo e tende a desacelerar a atividade econômica. Por outro lado, cortes na taxa básica barateiam empréstimos e financiamentos, estimulando o consumo e os investimentos.


Trajetória recente dos juros

Após permanecer em 13,75% ao ano entre agosto de 2022 e junho de 2023, a Selic iniciou um ciclo de queda, com sucessivos cortes que levaram a taxa a 10,5% em maio de 2024. Esse patamar foi mantido até setembro, quando o Banco Central voltou a elevar os juros diante de pressões inflacionárias.

Entre o fim de 2024 e fevereiro deste ano, foram sete aumentos consecutivos, que elevaram a taxa a 15% ao ano, o maior nível desde 2006. Em março deste ano, teve início o atual ciclo de redução, agora reforçado com o novo corte anunciado pelo Copom.

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