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STF já responsabilizou 3 em cada 4 denunciados por trama golpista e atos do 8/1

Segundo relatório divulgado por Alexandre de Moraes, foram recebidas 1.878 denúncias e há 177 investigações em andamento

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Alexandre de Moraes divulga relatório com dados sobre investigações dos atos de 8 de janeiro.
  • 1.878 denúncias foram recebidas, com 1.402 réus responsabilizados, totalizando 75% dos denunciados.
  • Relatório destaca a atuação de grupos políticos extremistas que atacam a democracia e promovem desinformação.
  • Ministros do STF relatam ameaças físicas e psicológicas, incluindo tentativas de ataques à corte.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para Moraes, as fake news tornaram-se o maior instrumento de ataque à independência dos juízes Rosinei Coutinho/STF - 23.08.2025

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), divulgou um relatório que detalha os resultados das investigações, ações e execuções penais realizadas no combate aos atos de 8 de janeiro.

Segundo o documento, foram recebidas 1.878 denúncias e há 177 investigações em andamento. Além disso, 1.402 réus foram responsabilizados — o equivalente a 75% dos denunciados. O texto mostra ainda que houve a celebração de 552 acordos de não persecução penal.


O relatório aponta que foram fixadas 169 prisões com condenações definitivas, sem possibilidade de recurso. Dessas, 111 penas são em regime fechado e 55 em regime domiciliar, além de prisões em regime semiaberto.

Grupos extremistas

No relatório, Moraes afirma que, nas últimas décadas, a democracia passou a ser fortemente atacada por novos grupos políticos autocratas e extremistas, que utilizaram uma “forte atuação digital nas redes sociais e atuaram como verdadeiras organizações criminosas”.


“Os ataques desse novo movimento populista extremista — por intermédio de suas ‘milícias digitais’ — direcionam-se, também, à liberdade de imprensa e aos métodos de escolha dos dirigentes dos diversos países por intermédio de eleições livres; além da própria independência do Poder Judiciário", diz.

Segundo ele, a massiva desinformação, com a produção e divulgação de notícias fraudulentas contra o Judiciário e seus membros (fake news), principalmente pelas redes sociais, tornou-se o maior, mais moderno e nocivo instrumento de ataque à independência dos juízes.


“Esse movimento populista extremista digital vem utilizando-se da desinformação massiva para a prática de inúmeras ameaças, coações e crimes contra a honra e dignidade de seus adversários”, pontuou.

O ministro disse ainda que, no Brasil, integrantes do STF foram ameaçados física e psicologicamente, inclusive com a tentativa de explosão da sede da corte.

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