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Padilha atribui desaceleração da inflação a ‘acertos das medidas’ de governo

O ministro defendeu a aprovação das novas regras fiscais para a redução de juros que definiu como ‘desproporcionais’

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

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Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais
Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta terça-feira (11) que a desaceleração mais rápida do que era o esperado da inflação é uma consequência das medidas tomadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Pela primeira vez desde 2021, o Brasil tem no índice de inflação acumulado menor do que 5%", declarou Padilha.

A alta de 0,71% da inflação oficial de preços em março fez com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresenta-se alta de 4,65% no acumulado dos últimos 12 meses. O índice representa a retomada ao intervalo da meta preestabelecida pelo governo e é a menor variação para o período anual desde janeiro de 2021.


Citando o IPCA, Padilha afirmou que o objetivo do governo é criar um ambiente de retomada da segurança econômica e gerar uma curva descendente de juros, que ele definiu como “desproporcionais”.

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Para isso, o próximo passo é garantir a aprovação das novas regras fiscais. “A aprovação do novo arcabouço fiscal [ conjunto de regras que vai substituir o teto de gastos] cria um ambiente ainda mais positivo para quem quer investir no país, para a segurança econômica, previsibilidade e reforça as bases para uma trajetória descendente dos juros na economia do nosso país”, disse o ministro.

Padilha não deu data para a entrega do texto ao Congresso. Na segunda-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a proposta com as novas regras fiscais será encaminhada ao Congresso Nacional junto com o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024. A data limite para o envio é 15 de abril.

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