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PEC da Segurança Pública: relator decide manter texto da Câmara

Pauta ganha fôlego no Congresso após impasses da ala governista e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Brasília|Deborah Hana Cardoso, da RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O relator Rogério Carvalho decidiu manter o texto da PEC da Segurança Pública aprovado pela Câmara dos Deputados.
  • A proposta enfrenta resistência da oposição, que critica a possível ampliação da atuação da União sobre as polícias estaduais.
  • A PEC busca consolidar uma estrutura nacional integrada para combater o crime organizado e proteger grupos vulneráveis.
  • O texto prevê formalização de fontes de financiamento para segurança, incluindo fundos penitenciários e de segurança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rogério Carvalho vai relatar PEC da Segurança Pública Andressa Anholete/Agência Senado - 1º/7/2026

O relator da PEC da Segurança Pública na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), decidiu manter o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. A proposta volta a ganhar fôlego no Congresso após meses de impasse entre o governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

A movimentação ocorre às vésperas da semana de esforço concentrado, em meio às eleições, quando o governo tem a expectativa de ver suas pautas prioritárias avançarem.


Em tramitação desde o ano passado, a PEC enfrenta resistência de setores da oposição, embora o tema da segurança pública seja uma das principais bandeiras desse grupo. Os oposicionistas criticam, principalmente, a possibilidade de o texto ampliar a atuação da União e reduzir a autonomia dos estados sobre as polícias.

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A proposta voltou ao foco do Congresso em meio à melhora na relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Alcolumbre.


Parecer

No parecer apresentado à CCJ, Rogério Carvalho destaca a importância de consolidar uma estrutura nacional integrada para o combate ao crime organizado, às facções e às milícias. O relatório defende a unificação de diretrizes de atuação entre União, estados e municípios, além da ampliação da proteção a grupos vulneráveis, como mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência.

O texto também prevê a formalização de fontes de financiamento para o setor, incluindo recursos destinados por meio de fundos penitenciários e de segurança.

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