PF cumpre 18 mandados de busca e apreensão contra produção ilegal de cigarros
Grupo criminoso contava com a participação de servidores públicos que recebiam vantagens para facilitar ações dos bandidos
Brasília|Do R7, em Brasília
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A PF (Polícia Federal) cumpriu nesta terça-feira (26) 18 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva contra um grupo criminoso que atuava na produção ilegal de cigarros. A ação ocorreu em quatro estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
Os mandados foram cumpridos em parceria com a Receita Federal e a Receita Estadual de Minas Gerais. Apelidada de Operação Sinal de Fumaça II, a ação desta terça-feira é um desdobramento das investigações iniciadas em outubro de 2024, durante a primeira fase da operação.
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Na ocasião, foi comprovado, além da produção ilegal de cigarros, a participação de servidores públicos e um profissional liberal que recebiam vantagens para facilitar as atividades criminosas do grupo.
Os responsáveis poderão responder pelos crimes de sonegação fiscal, organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Participam da operação 13 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e 69 policiais federais.
Perguntas e Respostas
Qual foi a ação realizada pela Polícia Federal?
A Polícia Federal (PF) cumpriu 18 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva contra um grupo criminoso envolvido na produção ilegal de cigarros.
Em quais estados a operação ocorreu?
A operação ocorreu em quatro estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
Qual o nome da operação e qual é seu contexto?
A operação foi chamada de “Operação Sinal de Fumaça II” e é um desdobramento das investigações que começaram em outubro de 2024, durante a primeira fase da operação.
O que foi descoberto durante as investigações?
Foi comprovada a produção ilegal de cigarros e a participação de servidores públicos e um profissional liberal que recebiam vantagens para facilitar as atividades criminosas do grupo.
Quais crimes os responsáveis poderão responder?
Os responsáveis poderão responder pelos crimes de sonegação fiscal, organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Quantas pessoas participaram da operação?
Participaram da operação 13 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e 69 policiais federais.
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