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‘Precisamos de um líder, não de uma marionete a serviço de Trump’, diz Edinho

Presidente do PT critica família Bolsonaro e diz que Lula é o líder mais preparado para defender os interesses do Brasil

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Edinho Silva critica a família Bolsonaro, acusando-a de ser marionete de Donald Trump e defende a liderança de Lula para proteger os interesses do Brasil.
  • O PT, liderado por Lula, está articulando alianças sólidas em todos os estados para as eleições de 2026, destacando sua força política.
  • Edinho expressa preocupação com a possibilidade de a família Bolsonaro negociar riquezas nacionais e regulamentações com os EUA, caso voltem ao poder.
  • Lula e Davi Alcolumbre estão em diálogo para construir uma agenda de interesses nacionais, incluindo segurança pública e regulamentação de recursos estratégicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Edinho acusa Flávio Bolsonaro de submissão a Trump Elza Fiúza/Agência Brasil- 17.05.2016

Durante coletiva nesta sexta-feira (14), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o Brasil precisa de um líder político capaz de defender os interesses do país e acusou a família Bolsonaro de atuar em favor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “O que nós precisamos é de um líder, não de uma marionete a serviço do Trump”, disse.

A declaração foi feita ao comentar o cenário para as eleições de 2026 e a construção das alianças do PT nos estados. Segundo Edinho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou mensagens para candidaturas nos 26 estados e no Distrito Federal, o que, na avaliação do dirigente, demonstra a força da articulação política construída pelo partido.

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Edinho afirmou que a legenda chega ao período eleitoral com uma política de alianças que considera sólida e abrangente dentro do campo de centro-esquerda e democrático.

“O elo construtor dessas alianças é o presidente Lula. Se não fosse ele, a sua liderança, o que o seu governo representa, nós não teríamos conseguido alianças em absolutamente todos os estados”, afirmou.

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O dirigente também disse não estar preocupado com a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e afirmou ter confiança no legado de Lula. Para Edinho, o cenário internacional de instabilidade reforça a necessidade de um presidente capaz de defender os interesses brasileiros.

Entregar riquezas do Brasil a Trump

Edinho afirmou que a família Bolsonaro, caso retorne ao poder, poderá entregar riquezas e minerais brasileiros ao governo Trump. O presidente do PT também acusou o grupo de estar disposto a negociar temas como o Pix e a regulamentação das redes sociais com os Estados Unidos.

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“O presidente Lula, ao contrário do nosso adversário, da família Bolsonaro, que vai entregar as riquezas, os minerais do Brasil ao governo Trump, vai negociar o Pix, vai negociar regulamentação das redes sociais. O que nós precisamos é de um líder, não de uma marionete a serviço do Trump”, declarou.

Segundo Edinho, o governo Trump tem ampliado a instabilidade internacional ao utilizar tarifas comerciais como instrumento de pressão sobre outros países. Ele também citou o que classificou como desrespeito à Organização das Nações Unidas (ONU).

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“Portanto, em um ambiente de tamanha instabilidade que nós estamos vivendo, o presidente Lula é presidente democrático mais respeitado no mundo”, afirmou.

Segurança e terras raras como prioridades

O presidente do PT também afirmou que Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantêm um diálogo de “altíssimo nível” para construir uma agenda de interesses do Brasil.

Segundo Edinho, entre os temas discutidos estão o fim da escala 6x1, a aprovação da PEC da Segurança Pública e a regulamentação dos minerais críticos e das terras raras.

“O Alcolumbre tem tido um diálogo com o presidente Lula de altíssimo nível, estão acordando agora sobre a construção de uma agenda de interesses do Brasil”, afirmou.

Edinho disse ainda que Lula tem tratado a segurança pública como uma prioridade e defendeu que o país mantenha controle sobre seus recursos estratégicos.

“Nós não podemos entregar os interesses internacionais, o Brasil não é um quintal dos Estados Unidos, não somos um puxadinho”, afirmou.

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