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Presidente da República fala pela primeira vez sobre a crise institucional no Supremo

Lula afirmou nesta quinta-feira que é necessário investigar ‘todo mundo, sem blindagem de ninguém’

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula defende investigações transparentes sobre o escândalo do Banco Master, sem blindagem de ninguém.
  • O presidente cobra liderança do STF e do procurador-geral para garantir integridade nas investigações.
  • Lula considera o caso do Banco Master "o maior roubo da história do Brasil", com prejuízos a milhões de pessoas.
  • Ele destaca a necessidade de reformas profundas no sistema político e Judiciário para fortalecer a democracia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula falou pela primeira vez sobre o tema nesta quinta-feira Tânia Rêgo/Agência Brasil- 22.06.2026

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, falou pela primeira vez sobre a crise institucional envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal) e defendeu que as investigações sobre o escândalo do Banco Master sejam conduzidas com firmeza e transparência. Lula afirmou nesta quinta-feira (3) que é necessário investigar “todo mundo, sem blindagem de ninguém” e disse que “o povo brasileiro tem o direito de saber a verdade”.

Lula também cobrou do presidente da Suprema Corte e do procurador-geral da República a liderança de um processo que garanta a integridade e a confiança nas investigações. Segundo o presidente, o episódio deixa claro que o sistema político e o Judiciário precisam de “reformas profundas”.


Na avaliação de Lula, o escândalo do Banco Master é “o maior roubo da história do Brasil”. O presidente afirmou que milhões de pessoas, além de estados e municípios, foram prejudicados e disse que o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como líder do esquema, tem relações com pessoas poderosas.

Lula afirmou ainda que o banqueiro foi preso e o banco fechado durante seu governo. O presidente disse haver suspeitas de envolvimento de políticos e agentes públicos no caso e defendeu que as investigações não sejam conduzidas a partir de “vazamentos seletivos”.


“É chegada a hora que as pessoas que atuam na vida pública honrem seu dever de ofício e coloquem o compromisso público acima de qualquer interesse individual”, afirmou Lula. Para o presidente, “a democracia precisa de instituições fortes e respeitadas”.

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