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Relator da 6x1 cita dúvidas sobre fixação de condição para dois dias consecutivos de descanso

Durante audiência na Câmara, relator da proposta defendeu regra geral na Constituição e exceções em leis específicas

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Deputado Leo Prates expressa dúvidas sobre a fixação de dois dias consecutivos de descanso na escala 6x1.
  • Prates foi questionado por uma mãe sobre a possibilidade de escolher dias específicos para descanso, indicando que a questão está em debate.
  • Ele defende a criação de uma regra geral na Constituição, com a necessidade de tratar casos específicos de forma separada.
  • Prates menciona um projeto de lei em tramitação que pode abordar outras especificidades relacionadas ao tema.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Leo Prates questiona obrigatoriedade de dois dias consecutivos de folga Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados - 06.05.2026

O relator da comissão especial sobre o fim da escala 6x1, deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou que tem dúvidas sobre a fixação da condição consecutiva para os dois dias de descanso.

Durante audiência pública do colegiado com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta quarta-feira (6), na Câmara dos Deputados, Prates disse que foi perguntado por uma mãe de uma pessoa com autismo se poderia escolher as quartas-feiras como um dos dias de descanso. O deputado disse ter respondido que a questão está sob debate.

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“Essa coisa dos dois dias consecutivos é uma coisa que eu ainda tenho dúvidas”, disse o parlamentar.

Ele acrescentou: “Eu acho que os dois dias devem ser garantidos, mas os consecutivos, eu ainda tenho, e eu quero dizer com muita clareza, muitas dúvidas em relação ao arranjo produtivo.”

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Na ocasião, o relator da proposta também respondeu à colocação do ministro do Trabalho sobre a necessidade de aprovar um projeto de lei para estabelecer regras para as especificidades.

Segundo Prates, é necessário instituir uma regra geral na Constituição, e os casos específicos devem ser tratados separadamente.

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“Há um PL tramitando que pode trazer outras especificidades”, disse Prates, sobre outro projeto que está em andamento na Comissão do Trabalho da Câmara. “Mas se a gente construir outra Constituição dentro da Constituição, acho que a gente acaba com o que a gente tem de mais bonito”, declarou.

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