Saúde do DF quer licitar sede para centro que atende pessoas com síndrome de Down em 2025
Ibaneis Rocha assinou decreto que torna o Centro de Referência uma política de Estado, veja
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal está com um projeto para construir a nova sede do CrisDown (Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down). A unidade funciona atualmente nas dependências do Hospital Regional da Asa Norte. A expectativa é que a instituição consiga ampliar o atendimento. A rede conta com fonoaudiólogo, pediatras, psicólogos, hebiatras e outras especialidades.

O novo local está previsto para funcionar na Quadra 612 da Asa Sul, ao lado de um CAPS e de um Centro de Especialidade e Reabilitação. Segundo o governo, a licitação da medida deve ser publicada no começo de 2025.
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Na manhã desta quinta-feira (25) o governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que torna o CrisDown uma política de estado. Apartir de agora, mesmo com mudanças de governo, a iniciativa terá incentivos do Executivo. A instituição tem 2,3 mil pacientes cadastrados e é referência em todo o país no atendimento a crianças, adultos e idosos com Down.
“Precisamos oferecer as soluções necessárias para dar mais qualidade de vida às crianças, adolescentes e adultos com síndrome de Down. E o decreto de hoje atende esta demanda”, disse Ibaneis.
A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, disse que a medida fortalece a política de atendimento aos pacientes. “O decreto reconhece e valoriza (o trabalho da instituição) e torna essa pauta uma prioridade. Nós temos hoje um serviço que é referência no Brasil, que funciona no HRAN, e temos uma equipe multidisciplinar que nos dá a possibilidade de diagnosticar cada vez mais precocemente para o estímulo precoce e adequado ao desenvolvimento.”
A fisioterapeuta Carolina Vale, responsável pelo Centro CrisDown, declara que “quando a sede estiver pronta poderemos oferecer um número maior de atendimentos, com maior variedade de estímulos”. “Teremos mais salas, ginásio, jardim e auditório. Além disso, poderemos contar com a parceria de universidades para a realização de residência e estágio, o que faz com que o conhecimento que temos possa ser expandido para futuras gerações, fazendo com que o serviço nunca pare.”













