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Senador propõe escala 4x3 para profissionais da saúde e segurança pública

Emenda pode ser incluída na PEC que reduz jornada de trabalho e aguarda encaminhamento do presidente do Senado

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O senador Carlos Viana propõe emenda à PEC para implementar escala 4x3 para profissionais de saúde e segurança pública.
  • A proposta beneficiaria policiais, bombeiros, médicos, enfermeiros e socorristas, oferecendo quatro dias de trabalho e três de folga.
  • A PEC original, já aprovada pela Câmara dos Deputados, prevê escala 5x2 e redução de jornada de 44 para 40 horas semanais.
  • O texto aguarda decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para iniciar tramitação na Casa Alta.

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, direciona uma sessão do colegiado de investigação em dezembro de 2025
O senador Carlos Viana (PSD-MG) quer mudança na PEC que acaba com a escala 6x1 Carlos Moura/Agência Senado - 04.12.2025

O senador Carlos Viana (PSD-MG) vai propor uma emenda à PEC que acaba com a escala 6x1, aprovada pela Câmara no fim de maio. O parlamentar propõe que quem trabalha com segurança e saúde possa ter um dia de descanso a mais em relação ao que está previsto na proposta.

“Estou propondo a possibilidade da escala 4x3 para profissionais da segurança pública e da saúde. Policiais, bombeiros, médicos, enfermeiros e socorristas enfrentam diariamente plantões exaustivos, pressão extrema e a responsabilidade de proteger vidas“, escreveu Viana, nas redes sociais.


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A proposta estabelece que policiais, bombeiros, médicos, enfermeiros e socorristas tenham quatro dias de trabalho e três de folga durante a semana.

A PEC do fim da escala 6x1 prevê cinco dias de trabalho e dois de folga, além da redução de jornada de 44 para 40 horas semanais.


O texto foi aprovado por ampla maioria e encaminhado ao Senado no dia 27 de maio. Agora, aguarda decisão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP) para iniciar a tramitação na Casa Alta.

Caso a matéria seja aprovada sem mudanças, os dois dias de descanso e uma redução da jornada para 42 horas passariam a valer dois meses após a publicação da norma no Diário Oficial da União. Já a mudança plena ocorreria em 14 meses.

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