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Lula e Flávio medem força em atos de largada da campanha em SP e no Rio

Por estratégia, partidos desviaram foco de convenções e miram berço político

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula e Flávio Bolsonaro iniciam suas campanhas presidenciais com atos em São Bernardo do Campo e Rio de Janeiro, respectivamente.
  • A escolha das cidades visa reforçar a trajetória política de cada candidato, com Lula em um histórico local sindical e Flávio em um reduto do bolsonarismo.
  • Ambas as campanhas enfrentam desafios para aumentar a participação feminina, com críticas à falta de discursos femininos nos eventos.
  • Lula propõe a redução da jornada de trabalho, enquanto Flávio foca em segurança pública e aumento do custo de vida como temas principais de campanha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula e Flávio Bolsonaro
Lula e Flávio Bolsonaro Montagem - Adriano Machado/Reuters e Callaghan O'Hare/Reuters

Os principais rivais na disputa pela Presidência competem, neste domingo (16), pelo maior ato do início da campanha. O presidente Lula, que busca a reeleição, volta ao berço político, em São Bernardo do Campo, e reúne apoiadores no estádio da Vila Euclides. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro (PL) convoca aliados para o Rio de Janeiro, com trio elétrico previsto em Copacabana.

A escolha das cidades é uma tentativa de reforçar a trajetória política de cada candidato. São Bernardo representa o histórico do movimento sindical de Lula. Já o Rio é um dos principais espaços do bolsonarismo, apesar das crises recentes do movimento no estado.


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Um dos maiores desafios dos dois rivais será ampliar a participação de mulheres na programação. Flávio chega ao lado do vice, deputado Alfredo Gaspar, depois de ter alimentado a expectativa de que a chapa seria composta por uma mulher.

A campanha de Lula, por sua vez, vai tentar reparar a gafe cometida pelo petista na convenção do partido. Houve avaliação de que o presidente falou demais e de que não havia sido programado um discurso feminino. A participação ficou restrita à fala da primeira-dama, Janja da Silva.


De outro lado, os presidenciáveis devem apresentar discursos de acordo com as estratégias de suas campanhas. Lula tem defendido a redução da jornada de trabalho, com o fim do modelo 6x1. A proposta foi citada no plano de governo e discutida em reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que decidiu encaminhar o texto no Congresso.

A campanha de Flávio tem defendido que, apesar do encaminhamento, a votação fique para depois das eleições. O argumento é que a pauta poderia ser contaminada eleitoralmente. A previsão é rejeitada por governistas, que defendem uma votação rápida para garantir a aprovação diante da pressão eleitoral. Na avaliação desse grupo, o texto poderia ser engavetado caso a análise ficasse para depois.


O senador tem levado dois eixos principais para a campanha. A aposta, como mostrou a coluna, está voltada ao tema da segurança pública e aumento do custo de vida. Os dois pontos foram definidos após pesquisas internas mostrarem se tratar dos temas de maior preocupação no país.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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