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Bovespa fecha em queda, com Vale e Ambev entre as principais influências negativas

Principal índice de bolsa paulista recuou 0,48%, a 52.474 pontos nesta terça-feira (11)

Economia|Do R7

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As ações da Vale recuaram mais de 3% e puxaram para baixo
As ações da Vale recuaram mais de 3% e puxaram para baixo

O principal índice de bolsa paulista encerrou em queda nesta terça-feira (11), em um pregão em que o noticiário corporativo ganhou destaque, com Vale e Ambev entre as principais influências negativas, após terem suas recomendações cortadas por bancos estrangeiros.

O Ibovespa recuou 0,48%, a 52.474 pontos. O giro financeiro do pregão foi pelo segundo dia reduzido, de R$ 4,9 bilhões, diante do cenário de incertezas sobre a futura equipe econômica do governo, além do feriado do Dia dos Veteranos nos Estados Unidos. As bolsas norte-americanas funcionaram normalmente, mas o mercado de Treasuries permaneceu fechado.


As ações da Vale recuaram mais de 3% e puxaram para baixo. O ADR da mineradora teve a recomendação reduzida de "neutra" para "venda" pelo Citi, após a instituição cortar sua previsão para o preço médio anual do minério de ferro em 2015 e 2016 para US$ 65 a tonelada ante US$ 80 a tonelada.

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"Já está se falando nos preços mais baixos do minério há algum tempo, mas o Citi disse que o preço pode chegar brevemente até a US$ 50 a tonelada — hoje está a US$ 75 —, o que preocupa", disse o sócio da Órama Investimentos Álvaro Bandeira.

O preço-alvo do ADR da Vale foi reduzido para US$ 8 ante US$ 12,50 pelos analistas do Citi.


O movimento da Vale também influenciou o setor siderúrgico, inclusive a ação da CSN, que teve a maior queda do Ibovespa do dia, de 4,5%, a R$ 7,48. A recomendação do papel foi reiterada em "venda" pelo Citi e o preço-alvo passou para R$ 7,50, ante R$ 8,50.

Outra influência de baixa foi Ambev, que teve recomendação reduzida pelo JP Morgan para "neutra" ante "overweight".


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No sentido contrário, as ações da Oi registraram a alta mais expressiva do Ibovespa, de 4,69%. Investidores avaliaram os desdobramentos da oferta feita pela empresária angolana Isabel dos Santos pela Portugal Telecom SGPS, empresa que detém cerca de 25% de participação na operadora brasileira.

Após o Conselho de Administração da Oi afirmar que a OPA (Oferta Pública de Aquisição) feita pela empresária é "inaceitável" por promover mudanças nos termos de sua fusão com a companhia portuguesa, o porta-voz da empresária angolana disse nesta terça-feira que ela está ponderando a alteração de algumas condições rejeitadas pelos brasileiros.

Outro destaque de alta foi Embraer, que recuperou parte das perdas da véspera. Uma Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira a MP 652 que oferece subsídios para o desenvolvimento da aviação regional no Brasil, após acordo entre governo federal e parlamentares acertado mais cedo.

O texto aprovado prevê subvenção para até 50% dos assentos das aeronaves até o limite de 60 lugares em rotas regionais. A companhia aérea Azul havia afirmado que uma modificação no texto poderia levá-la a adiar ou cancelar encomendas à Embraer para adquirir aviões de maior porte.

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