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Depois de 6 semanas em queda, economistas preveem ano sem crescimento

No mesmo período, a previsão de inflação só aumentou e agora chega a 7,15% no ano

Economia|Do R7

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O boletim é uma pesquisa que o BC realiza semanalmente entre cem economistas de bancos e entidades financeiras
O boletim é uma pesquisa que o BC realiza semanalmente entre cem economistas de bancos e entidades financeiras

Os analistas do mercado financeiro preveem que a economia não vai crescer neste ano. Após seis semanas reduzindo a expectativa de crescimento, o boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central), nesta segunda-feira (9), traz projeção de PIB (Produto Interno Bruto) zero.

Além disso, neste mesmo período, a previsão para a inflação oficial — IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) — só aumentou. Agora, os analistas estimam que o índice fique em 7,15% no acumulado do ano. Há um mês, a mediana estava em 6,60%.


Segundo o boletim Focus, a inflação será bastante pressionada pelos preços administrados, que têm expectativa de alta de 9,48% (a nona alta seguida).

O boletim é uma pesquisa que o BC realiza semanalmente entre cem economistas de bancos e entidades financeiras.


Para 2016, a previsão do PIB se manteve como a da semana passada, em 1,50% ao ano. Já a expectativa de inflação do próximo ano se manteve pela segunda semana em 5,60%. Há quatro semanas, a previsão era de 5,70%.

É no curto prazo que os preços mostram mais descontrole. Depois da alta de 1,24% de janeiro, revelada na semana passada pelo IBGE, os analistas preveem que o IPCA suba 1,02% em fevereiro — na semana anterior estava em 1,01% e quatro antes, em 0,74%. Já para março, é aguardada uma pequena desaceleração da taxa, que deve ser de 0,65%. Na semana anterior, a mediana das previsões estava em 0,59% e um mês antes, em 0,55%.


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Outros indicadores econômicos

A expectativa de crescimento da produção industrial para este ano foi reduzida, pela quinta semana seguida, e está em 0,44%. Para 2016, a previsão de aumento da indústria é de 2,50%. Os analistas esperam que o câmbio chegue a R$ 2,80 neste ano e a R$ 2,90 em 2016.

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