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Dólar cai pela 3ª sessão e chega a R$ 3,86, de olho em BC dos EUA

A perspectiva de que os juros nos EUA permaneçam baixos favorece mercados emergentes

Economia|Do R7

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No Brasil, o mercado continuava sensível e os volumes de negócios eram pequenos
No Brasil, o mercado continuava sensível e os volumes de negócios eram pequenos

O dólar recuava sobre o real pela terceira sessão consecutiva nesta segunda-feira, acompanhando o movimento de outros mercados emergentes poucos dias antes da decisão do Federal Reserve, com expectativas de que o banco central norte-americano não eleve os juros neste ano.

Às 11h31, o dólar recuava 0,70%, a R$ 3,8631 na venda, após acumular queda de 1,33% nas duas sessões passadas. A divisa dos Estados Unidos também perdia terreno em relação a moeda como os pesos chileno e mexicano.


"O (cenário) exterior se mostra tranquilo", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Após reunião de dois dias, o Fed divulgará na quarta-feira (28) sua decisão, sob amplas expectativas de que mantenha os juros perto de zero, em meio a sinais de que a fraqueza na economia global, sobretudo na China, vem afetando a recuperação da maior economia do mundo. Muitos acreditam que os juros nos EUA não vão subir nem em dezembro, quando o Fed se reúne novamente.


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A perspectiva de que os juros nos EUA permaneçam baixos favorece ativos de mercados emergentes, que tendem a atrair capitais por oferecerem rendimentos mais elevados.

"Um sinal forte de que os juros devem subir em dezembro parece ser a opção menos provável", escreveram analistas do banco Scotiabank em nota a clientes.


No Brasil, o mercado continuava sensível e os volumes de negócios eram pequenos, com investidores adotando cautela devido às incertezas ligadas à política e à economia no Brasil. O governo deve anunciar nesta semana previsão de déficit primário para este ano, o que aumenta o temor de que o Brasil possa perder seu selo de bom pagador com outras agências além da Standard & Poor's.

"A novela continua, mas parece que o final vai ser triste", resumiu o operador de uma corretora internacional.

Nesta manhã, o Banco Central dará continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, com oferta de até 10.275 contratos, que equivalem a venda futura de dólares.

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