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Ministro da Educação diz apoiar USP, mas não fala sobre mais recursos

Henrique Paim declarou que tem conversado com o reitor da USP, Marco Antonio Zago

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Paim falou sobre a crise na USP durante o Fórum de Educação promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais, em São Paulo
Paim falou sobre a crise na USP durante o Fórum de Educação promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais, em São Paulo

O ministro da Educação, Henrique Paim, afirmou hoje (2) que o governo federal está "a disposição" do reitor da Universidade de São Paulo ao ser questionado por jornalistas sobre a crise na USP. Ele não comentou, porém, a possibilidade de destinação de recursos extras do governo federal.

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— Já existe apoio a USP em conjunto com a Capes, respondeu mencionando a fundação do MEC (Ministério da Educação) que lida com a produção científica.

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Paim declarou ainda que tem conversado com o reitor da USP, Marco Antonio Zago. "O que ele tem nos passado é que essa crise é algo conjuntural", acrescentou.

Mais cedo, também durante o evento promovido pelo Grupo Lide, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que a crise pela qual passa a Universidade de São Paulo é passageira.

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Ensino médio

O ministro da Educação ainda comentou sobre medidas necessárias para o Ensino Médio. Ele considerou que é preciso flexibilizar currículos como forma de reduzir a evasão de estudantes.

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Paim considerou equivocado o sistema atual no qual basta a reprovação numa única disciplina para que o estudante tenha que repetir de ano.

Paim ainda afirmou que é preciso aumentar o acesso de estudantes de Ensino Médio a formação profissional.

— Saímos de um patamar de 3% de alunos que tinham acesso a ensino profissional para 10%, mas ainda estamos abaixo de outros países como a Alemanha, no qual a participação de alunos no ensino profissional é de 55%, completou.

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