MDB aposta em expansão com cinco governadores eleitos e bancada maior no Congresso
Partido, que realizou sua convenção nacional nessa segunda-feira, quer eleger 46 deputados federais e 10 senadores
2026|Amanda Garcia, do R7, em Brasília
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O MDB entra na disputa eleitoral de 2026 com a expectativa de expandir a presença no Congresso e nos governos estaduais. A direção nacional do partido quer eleger 46 deputados federais, mais de 110 deputados estaduais, 10 senadores e ao menos cinco governadores.
A meta foi confirmada ao R7 pelo presidente nacional da legenda, Baleia Rossi. Nas eleições de 2022, o MDB elegeu 42 deputados federais — cinco a mais do que em 2018 —, além de três governadores: Helder Barbalho (Pará), Ibaneis Rocha (DF) e Paulo Dantas (Alagoas).
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Na disputa para o Senado — em que apenas um terço das cadeiras estava em jogo há quatro anos —, o partido conquistou uma vaga, com Renan Filho, em Alagoas.
Durante a Convenção Nacional da sigla, realizada na segunda-feira (27), Baleia afirmou que o MDB chega fortalecido após os resultados das últimas eleições.
“Nós já tivemos, em 2022, um crescimento significativo. Em 2024, da mesma forma, na eleição municipal. Tenho absoluta convicção de que sairemos com mais governadores , mais vice-governadores, mais senadores, mais deputados federais e mais deputados estaduais eleitos”, disse.
Para alcançar esse objetivo, o MDB aposta em candidaturas consideradas competitivas em diferentes estados.
Entre os principais nomes estão o do ex-ministro dos Transportes, Renan Filho, em Alagoas; o prefeito de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo, em Minas Gerais; o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, no Paraná; o vice-governador Gabriel Souza, no Rio Grande do Sul; Orleans Brandão, no Maranhão; Ricardo Ferraço, no Espírito Santo; e Daniel Vilela, em Goiás.
Na disputa pelo Senado, o partido também pretende lançar nomes de peso, como Eduardo Braga (Amazonas) e Renan Calheiros (Alagoas).
Diferentemente do último pleito, quando lançou Simone Tebet candidata à Presidência da República, o MDB não terá nome próprio ao Planalto em 2026. Por isso, liberou os diretórios estaduais para definirem seus próprios palanques e alianças.
“A liberação nacional acaba unindo o partido, pacificando o partido e deixando o partido mais forte para que, nos estados, tenha um resultado bastante positivo”, argumentou o presidente da legenda.
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