Pré-campanha de Flávio Bolsonaro aumenta segurança sob alegação de alta de ameaças
Senador usará colete à prova de balas de forma permanente, terá equipe triplicada e será monitorado 24 horas por dia
2026|Amanda Garcia, do R7, em Brasília
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A pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) comunicou nesta quarta-feira (22) que reforçou o esquema de segurança do parlamentar.
A decisão foi tomada, segundo a assessoria do pré-candidato ao Planalto, após um levantamento da equipe de inteligência da Polícia do Senado apontar que houve um aumento no número de ameaças e manifestações de ódio contra o senador desde junho.
O estudo registrou mais de 2 mil conteúdos entre ameaças explícitas, incitações à violência, referências codificadas e manifestações associadas a tentativas de ataques contra o senador.
“Quem acha que vai me intimidar está perdendo tempo. Não tenho medo de ameaças. Vou continuar nas ruas, ouvindo os brasileiros e lutando por um país mais livre, seguro e próspero. Nada vai me impedir de seguir firme na missão de resgatar o Brasil”, declarou o parlamentar.
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O reforço inclui a ampliação da equipe de segurança de Flávio Bolsonaro — que será triplicada — e o aumento do número de armamentos, equipamentos e viaturas. Além disso, o senador passará a usar um colete à prova de balas de forma permanente e será monitorado, 24 horas por dia, por um centro de comando da Polícia do Senado.
A proteção do parlamentar é realizada pela polícia da Casa e, de acordo com sua pré-campanha, esse trabalho já ocorre há oito anos.
Flávio Bolsonaro chegou a recusar neste mês a segurança oferecida pela Polícia Federal aos candidatos à Presidência da República durante a campanha eleitoral. Na última segunda-feira, a PF inaugurou uma sala de comando para monitorar candidatos ao Planalto.
Ação no STF
Segundo a pré-campanha, o crescimento das ocorrências ocorre após discursos em que o presidente Lula (PT) utilizou a expressão “antigamente traidor era enforcado” ao fazer referências à família Bolsonaro.
A primeira declaração ocorreu no início de junho, durante um evento em Catalão (GO), e foi repetida na última segunda-feira (20), durante a convenção nacional do PDT, em Brasília.
A pré-campanha informou que acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) contra Lula por incitação à violência.
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