Zema defende retomada da Lava Jato e critica ‘impunidade’ no Brasil
Presidenciável do Novo citou casos recentes de corrupção e questionou a falta de punição para envolvidos em desvios de recursos
2026|Vinícius Rangel, da RECORD Minas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O candidato do Partido Novo à Presidência da República, Romeu Zema, disse nesta segunda-feira (31) que, se for eleito, vai retomar o combate à corrupção no país e afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho realizado pela Operação Lava Jato.
Durante agenda de campanha em Curitiba, o presidenciável criticou o que chamou de “intocáveis de Brasília” e questionou a falta de punições para pessoas envolvidas em esquemas de desvio de dinheiro público.
Zema classificou a Lava Jato como “a maior investigação já realizada no país” e afirmou que a operação foi desmontada por integrantes da estrutura política de Brasília. “A Lava Jato foi a maior investigação, a maior luta do Brasil contra a corrupção e, infelizmente, foi desmontada pelos intocáveis de Brasília. Mas, se Deus quiser, nós vamos continuar com essa luta contra a corrupção no Brasil”, garantiu.
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Na avaliação do candidato, episódios recentes mostram que o país ainda enfrenta problemas relacionados a desvios de recursos e à fiscalização. Zema citou o caso do Banco Master, descontos indevidos que atingiram aposentados.
“Nós estamos hoje assistindo, estarrecidos, a tudo isso que está acontecendo aí. Banco Master, desconto indevido dos velhinhos, agora um esquema envolvendo uma lobista, o filho do presidente.”
Sem detalhar novas medidas para a área, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que, caso seja eleito, pretende manter uma política de enfrentamento à corrupção. Zema também criticou situações em que pessoas investigadas ou condenadas deixam de cumprir penas ou não são responsabilizadas pelos crimes.
“Será que vamos continuar da mesma forma que antes? Fica tudo por isso mesmo? Pessoas que devolveram recursos que foram roubados, soltas, sem condenação. Será que é esse o país que o brasileiro deseja? Tenho certeza de que não.”
A fala ocorre em meio à estratégia de campanha de Zema de explorar o discurso de combate à corrupção e de crítica ao que chama de “intocáveis” do poder público.
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