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América Latina recebe com fervor seu primeiro papa

Internacional|Do R7

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Rio de Janeiro, 22 jul (EFE).- Milhares de peregrinos do Brasil e de vários países da América Latina deram nesta segunda-feira no Rio de Janeiro uma calorosa recepção ao papa Francisco em sua primeira viagem internacional, justamente para seu continente natal. Os católicos se concentraram no centro da cidade para receber o pontífice, que acrescentou em sua agenda um passeio no papamóvel não previsto antes da cerimônia oficial de boas-vindas com autoridades brasileiras no Palácio de Guanabara. O maior grupo de estrangeiros nas ruas de Rio era da Argentina, país de origem de Jorge Bergoglio, a maioria deles vestindo camisetas e bandeiras azuis e brancas, as cores da bandeira, nas quais podia se ler "O papa é argentino". O jovem argentino Nicolás Luzeiro assegurou a agência Efe que se sentia "muito emocionado" pela oportunidade "única" de ver o papa de perto e ressaltou que o líder da Igreja Católica não é mero representante de seu país, mas de todo o catolicismo. "O papa Francisco tirou a camiseta da Argentina e vestiu a de todo o mundo", disse Luzeiro, que estava acompanhado no Rio por dezenas de compatriotas. O venezuelano Jesus Fuente manifestou a esperança de que Francisco possa fomentar a abertura da Igreja Católica e aproximar-se do povo. "A Igreja ficou fechada. É preciso ir ao encontro do povo", disse à Efe Fuente, que estava vestido com uma camiseta com a imagem da virgem Maria e levava uma bandeira de seu país na mão. O jovem mexicano Mauro Saavedra considerou que "todos os latinos-americanos" se sentem "entusiasmados e felizes" por receber o papa e disse esperar que a Jornada Mundial da Juventude sirva para impulsionar "a proximidade da Igreja" com o povo. "Esta congregação de pessoas é fantástica. Fomos à igreja no Rio e todo o mundo te cumprimenta, te abraça, como se fosse seu irmão", relatou. Entre a multidão era possível ver dezenas de bandeiras argentinas e de outros países latinos, como Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia, Uruguai, Chile, Panamá e México, além de países distantes e sem tradição católica como China e Egito. EFE mp/cd/rsd

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