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Americano é detido quando preparava carro-bomba em apoio a EI no Kansas

De acordo com o FBI, o homem foi detido "enquanto fazia as conexões finais" do explosivo

Internacional|Do R7

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Um americano que supostamente planejava detonar um carro-bomba perto de uma base militar na cidade de Manhattan, no estado do Kansas, nos Estados Unidos em apoio ao EI (Estado Islâmico) foi detido nesta sexta-feira (10) quanto terminava de preparar o explosivo, informou o Departamento de Justiça.

John T. Booker Jr., de 20 anos e procedente da cidade de Topeka, no mesmo estado, é acusado de ter discutido durante meses vários planos para cometer um ataque suicida contra militares americanos, segundo um comunicado do Departamento de Justiça.

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Booker vai comparecer na tarde desta sexta feira perante o juiz federal do Kansas, Daniel Crabtree, acusado de tentar utilizar uma arma de destruição em massa (explosivos) para atentar contra a base militar de Fort Riley em apoio ao EI, acusações pelas quais poderia ser condenado à prisão perpétua.

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Os agentes do FBI detiveram o acusado perto da pequena cidade de Manhattan e descobriram que a bomba estava "inerte", ou seja, era incapaz de explodir, informou o órgão em sua nota. Segundo um informe do FBI, Booker foi detido "enquanto fazia as conexões finais" do explosivo, nas proximidades do complexo militar.

O homem confessou a outra pessoa que "a detonação de uma bomba suicida era sua principal aspiração porque não poderia ser capturado, todas as provas seriam destruídas, e ele teria garantido ter batido em seu alvo", segundo o informe.

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Além disso, o americano identificou a base militar de Fort Riley, no meio oeste do país, como um bom alvo porque "o posto é famoso e há uma grande quantidade de soldados postados ali". No escrito, o FBI sustenta que, desde março de 2015, Booker conspirou para construir uma bomba e realizar um atentado em solo americano e, para isso, adquiriu os componentes necessários para construir um carro-bomba e alugou um armazém para guardar os explosivos.

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O acusado confessou a outra pessoa que tinha planejado gravar um vídeo de propaganda para o EI com o objetivo de "ameaçar os americanos e adverti-los de que devem fazer com que seus amigos e sua família saiam dos serviços militares", segundo o documento.

Booker assegurou a esta pessoa que tinha previsto gravar um vídeo em apoio ao EI em uma importante base militar, capturar e matar um soldado americano logo após filmar as imagens, que "assustariam o país", segundo o FBI. Vários cidadãos americanos foram detidos nos últimos meses por suposto apoio ao EI, o último ontem no aeroporto internacional de Chicago, no norte dos EUA.

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