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Americanos preferem permissão do Congresso para intervenção militar na Síria

Internacional|Do R7

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Washington, 30 ago (EFE).- Quase 80% dos americanos preferem que o presidente do país, Barack Obama, obtenha a aprovação do Congresso para uma intervenção militar na Síria, segundo uma pesquisa da emissora "NBC" divulgada nesta sexta-feira. Segundo a enquete, 50% dos americanos se opõem a uma eventual ação militar contra o regime do presidente Bashar al-Assad. O alcance da pesquisa telefônica é muito reduzido: 700 adultos entrevistados por telefone entre 28 e 29 de agosto, com uma margem de erro de mais ou menos 3,7%. Em relação ao uso de armas químicas contra a população civil na Síria, 40% dos indagados apoiam o envio de ajuda humanitária, exclusivamente, e 26% opinam que deveria acontecer alguma ação militar para evitar os massacres. A resistência a uma ação militar diminui se fosse limitado o uso de mísseis lançados desde navios de guerra dos Estados Unidos para destruir infraestrutura e unidades militares sírias vinculadas aos ataques químicos. Perante esta pergunta, 50% dos indagados apoiariam tal ação e 44% se opõem, segundo a "NBC". A oposição síria denunciou mais de mil mortos em 21 de agosto em um ataque do regime com armas químicas nestas localidades controladas pela insurgência. As autoridades de Damasco rejeitaram estas alegações e culpam os rebeldes pelo ataque e por outro supostamente cometido três dias depois no bairro de Yobar, na capital. A comunidade internacional espera o relatório preliminar que os analistas entregarão à ONU previsivelmente amanhã, sábado, para tomar decisões sobre as ações com relação à Síria. A falta de avanços no Conselho de Segurança da ONU para responder ao suposto ataque químico deixa tudo em mãos dos inspetores, enquanto o Reino Unido já anunciou que não participará de uma intervenção militar na Síria depois que seu Parlamento rejeitou esta opção ontem à noite. Desde o início do conflito na Síria, em março de 2011, mais de 100 mil pessoas morreram. EFE jab/ff

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