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Análise: Irã aposta em ‘retaliações assimétricas’ para evitar confronto direto com os EUA

Participação de Teerã em uma nova rodada de negociações ainda é incerta

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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A decisão sobre a possível participação do Irã em novas negociações de paz, tendo em vista a intensificação das tensões com os Estados Unidos, se tornou um grande dilema internamente no país. Um oficial iraniano afirmou que a participação ainda está sendo analisada, enquanto o presidente iraniano enfatizou que todos os caminhos racionais e diplomáticos devem ser utilizados.

Segundo a agência de notícias estatal, Masoud Pezeshkian acredita que a vigilância e a desconfiança nas interações com Washington são como uma “necessidade inegável”. A imprensa ainda relatou que não há planos por parte do Irã para uma segunda rodada de negociações devido às exigências “excessivas e irracionais” dos Estados Unidos.


“O que o Irã pode fazer, né? Quando a gente olha esse histórico dos confrontos no estreito de Ormuz, o Irã tem adotado um conjunto que chamamos de retaliações assimétricas para evitar um confronto mais direto com as forças americanas, [...] como ataques cibernéticos, apoio a proxies regionais [guerra por procuração] ou a interrupção de exportação de petróleo, para além de Ormuz”, explicou o pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics Lier Ferreira, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (20).

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