Após ataque, Trump defende construção de ‘salão de festas ultrassecreto’ na Casa Branca
Segundo Trump, o ataque “jamais teria ocorrido” se espaço, de nível militar, estivesse atualmente em construção
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu neste domingo (26) a construção de um ‘salão de festas ultrassecreto’ nos jardins da Casa Branca.
A declação ocorreu nas redes sociais depois dele ser retirado às pressas do jantar anual da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, no Washington Hilton Hotel, em Washington DC (EUA), após barulho de tiros na noite de sábado (25).
Leia Mais
“O que aconteceu ontem à noite é exatamente a razão pela qual nossas Forças Armadas, o Serviço Secreto, as Forças Policiais e, por diferentes razões, todos os presidentes dos últimos 150 anos, vêm exigindo a construção de um grande e seguro Salão de Baile nos jardins da Casa Branca”.
Segundo Trump, o ataque “jamais teria ocorrido se o salão, de nível militar ultrassecreto, estivesse atualmente em construção na Casa Branca”.
“Além de belíssimo, ele possui todos os recursos de segurança de mais alto nível disponíveis, não há cômodos acima que permitam a entrada de pessoas sem autorização e está localizado dentro dos portões do edifício mais seguro do mundo, a Casa Branca”, disse.
O presidente ainda criticou uma ação judicial que tenta barrar a construção do salão.
“O ridículo processo judicial referente ao Salão de Baile, movido por uma mulher que passeava com seu cachorro e que não tem absolutamente nenhuma legitimidade para apresentar tal ação, deve ser arquivado imediatamente. Nada deve interferir em sua construção, que está dentro do orçamento e substancialmente adiantada em relação ao cronograma”, disse.
Ataque
Trump e a primeira-dama, Melania Trump, estavam na mesa principal do evento quando houve o incidente. Vários convidados foram retirados do local. Ninguém ficou ferido.
Em post nas redes sociais após o ocorrido, Trump inicialmente disse que um suspeito havia sido detido e que o “show deveria continuar”. Mas, após um tempo, o Serviço de Segurança encerrou o evento e orientou que os convidados deixassem o local.
Durante a ação, agentes do Serviço Secreto e outras autoridades invadiram o salão enquanto centenas de convidados se abaixavam debaixo das mesas.
Entre os presentes estavam Scott Bessent, secretário do Tesouro; Tulsi Gabbard, diretora de inteligência nacional; Sean Duffy, secretário de transportes; Karoline Leavitt, secretária de imprensa; Steven Cheung, diretor de comunicações da Casa Branca; e Kash Patel, diretor do FBI.
Suspeito do ataque
O suspeito de cometer o atentado é Cole Tomas Allen, 31 anos, que vivia em Torrance, no subúrbio de Los Angeles. Ele trabalhava como professor e desenvolvedor de videogames no sudeste da Califórnia. Após o ataque, Allen foi contido e está preso.
Um perfil no LinkedIn com o nome e a foto de Allen o descrevia como professor em tempo parcial na C2 Education, uma empresa de preparação para provas e aulas particulares. A C2 nomeou Allen como “professor do mês” em dezembro de 2024, de acordo com publicações da empresa nas redes sociais.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp










