Após boatos de traição de Hollande, primeira-dama da França seguirá internada
Internacional|Do R7
Paris, 13 jan (EFE).- A primeira-dama da França, Valérie Trierweiler, permanecerá internada durante um tempo indeterminado no hospital no qual repousa desde sexta-feira passada, depois que veio à tona a suposta relação entre o presidente François Hollande e a atriz Julie Gayet. "Não sairá hoje. Os médicos consideram que ainda deve descansar", confirmou à Agência Efe seu chefe de gabinete, Patrice Biancone. Trierweiler, de 48 anos, deveria deixar hoje o hospital, mas continuará com o "tratamento de repouso" que segue desde a sexta passada, quando foi internada após a publicação de uma extensa reportagem fotográfica sobre o suposto romance entre Hollande, de 59 anos, e Gayet, de 41. Amanhã, terça-feira, está prevista uma entrevista coletiva do presidente da França na qual este falará, segundo o Eliseu, sobre as linhas de sua política para os próximos meses. Mais de 500 jornalistas estão credenciados para este encontro com a imprensa, no qual espera-se que o chefe do Estado aborde também a saúde de Trierweiler e a repercussão da publicação de sua suposta aventura amorosa. Sem desmentir a relação com a atriz, o presidente "deplorou" na sexta-feira a publicação de informações sobre sua vida privada. Segundo o jornal "Le Parisien", foi o próprio Hollande quem informou Trierweiler sobre a publicação da reportagem da revista "Closer" e a existência do romance, que aparentemente começou há vários meses. De acordo com a imprensa francesa, a primeira-dama sofreu um ataque de ansiedade e, por precaução, já que tinha a pressão muito baixa, foi transferida a um centro hospitalar. EFE jaf-jam/rsd












