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Apuração das vítimas de supertufão nas Filipinas continua uma semana depois

Internacional|Do R7

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Manila, 15 nov (EFE).- A passagem do tufão Haiyan nas Filipinas completa uma semana nesta sexta-feira e o governo local continua com a lenta apuração das vítimas do fenômeno meteorológico. O último "Diário Oficial", publicado ontem, cifrou os mortos em mais de 2,4 mil, enquanto hoje as Nações Unidas afirmaram que pelo menos 4,4 mil pessoas morreram após a passagem de Haiyan pelas províncias centrais do arquipélago. As estimativas da ONU são maiores que os números oferecidos pelo Executivo de Benigno Aquino, que afirmou durante uma entrevista para a emissora "CNN" que o número de mortos estaria ao redor de 2,5 mil. Segundo os dados das Nações Unidas, somente em Tacloban - a cidade mais arrasada pelo tufão - teriam morrido cerca de 4 mil pessoas. Haiyan, que já se transformou no terceiro pior desastre natural da história das filipinas, arrasou na última sexta-feira várias províncias das Filipinas com ventos sustentados de 225 km/h e rajadas que superavam os 300. "O tufão Haiyan e o furacão Katrina (que em 2005 atingiu a costa leste dos Estados Unidos) tinham a mesma intensidade. Se os Estados Unidos demoraram a dar uma resposta para o desastre meteorológico, como é possível que o mesmo não ocorra em um país em desenvolvimento?", comentou Daniel Burgui, um ativista do grupo Action contre la Faim (ACF), à Agência Efe em Tacloban. EFE jcp/rpr (foto)

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