Ataques no Iraque deixam pelo menos 21 mortos e 50 feridos
Internacional|Do R7
(Atualiza com novos ataques) Bagdá, 28 mai (EFE).- Pelo menos 21 pessoas morreram e outras 50 ficaram feridas nesta terça-feira em vários ataques no Iraque, alguns deles contra as forças de ordem e milicianos pró-governo, informou à Agência Efe uma fonte policial. O atentado mais sangrento aconteceu em Bagdá, onde pelo menos sete pessoas morreram e 34 ficaram feridas, entre elas quatro agentes de trânsito, pela explosão de um carro-bomba junto à praça de Mudafar, em um bairro de maioria xiita. Três policiais e quatro homens armados perderam a vida em um enfrentamento na zona de 17 de Julho, no oeste da cidade de Mossul, a cerca de 400 quilômetros de Bagdá. Além disso, três civis morreram e cinco ficaram feridos com a explosão de um bomba em uma cafeteria popular na cidade de Hebhed, na província de Diyala. Em Al Tarmiya, a 40 quilômetros da capital, a explosão de um caminhão cisterna carregado com uma bomba causou as mortes de um civil e um policial e deixou outras oito pessoas feridas. A bomba foi detonada, segundo a fonte, por um terrorista suicida que conduzia o veículo. Dois combatentes tribais perderam a vida e outros dois ficaram feridos gravamente no assalto de um grupo armado a um posto de controle do Conselho da Salvação - milicia tribal sunita pró-governamental - no norte de Al Dur, na província de Salah ad-Din. Em Diyala, no leste do país, um agricultor morreu e seu neto de sete anos ficou feridos pelos disparos de outro grupo armado. A mesma fonte revelou que uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas depois da explosão de uma bomba em um carro na área de Al Shaab, no norte de Bagdá, enquanto três civis ficarem feridos em um atentado similar na zona de Al-Doura, no sul da capital. Próximo de Baquba, um policial ficou gravemente ferido pelos disparos de homens armados nos arredores da cidade de Abi Seid, a 30 quilômetros de Baquba. Além disso, um suposto terroristas morreu pela explosão de uma bomba, que supostamente estava colocada próxima da casa de um membro de um Conselho de Salvação no bairro de Al Mafraq, no oeste de Baquba, caputal de Diyala. Abril se tornou o mês mais sangrento no Iraque em quase cinco anos, com 712 mortos, no meio de uma alarmante alta dos ataques, dirigidos principalmente contra alvos xiitas e as forças de segurança. A violência continuou em maio, que segue o mesmo caminho que o mês anterior. Ontem, pelo menos 43 pessoas morreram e 176 pessoas ficaram feridas em um onda de atentados perpetrados com carros-bomba e explosivos em Bagdá. EFE sy/ff











