Ativistas denunciam massacre de mais de 40 pessoas em cidade alauita na Síria
Internacional|Do R7
(Atualiza com a versão do regime). Beirute, 10 fev (EFE).- Mais de quarenta pessoas morreram no domingo após um ataque de militantes do grupo radical Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL, por sua sigla em inglês) em Maan, cidade síria de maioria alauita, seita a qual pertence o presidente Bashar al Assad, segundo informaram hoje ativistas. O Observatório Sírio de Direitos Humanos afirmou que entre as vítimas há 21 civis -dos quais dez eram membros da mesma família- e 20 milicianos pró-governo. A organização não explicou a forma como as vítimas foram mortas. O regime sírio, por sua parte, confirmou a morte de dez mulheres em Maan, vítimas de "grupos terroristas", como as autoridades denominam os opositores armados. Segundo a agência de notícias oficial "Sana", que cita fontes do governo provincial de Hama, os agressores queimaram e destruíram as casas de dezenas de cidadãos. A Frente Islâmica, principal aliança opositora islamita, anunciou pela internet que tinha tomado o controle de Maan no domingo, em colaboração com combatentes de outras brigadas. O grupo detalhou que a "libertação" de Maan das tropas do regime contou com a participação de milicianos do Movimento Islâmico os Livres de Sham e da facção extremista Jund al-Aqsa, aliada do ISIL. As informações não puderam ser verificadas de forma independente devido às restrições impostas pelo regime e os insurgentes ao trabalho dos jornalistas. O conflito sírio vem adquirindo cada vez mais, desde seu início em março de 2011, tinturas sectárias. EFE ssa/dk













