Atriz Julie Gayet processa revista que revelou seu romance com presidente francês
Os advogados da atriz pedem 54 mil euros por danos morais e gastos judiciais
Internacional|Do R7

A atriz Julie Gayet abriu um processo contra a revista "Closer", que revelou seu suposto caso com o presidente francês, François Hollande.
A denúncia, também apresentada no tribunal de Nanterre, nos arredores de Paris, se refere a fotos publicadas pela revista em 17 de janeiro, uma semana após lançar luz sobre o suposto caso.
Nelas, Gayet aparece em seu carro, um local privado, e o "Le Monde" assegura que há jurisprudência que endossa a informação. O Código Penal francês pune, com até um ano de prisão e 45 mil euros de multa, os atentados contra a intimidade de quem está em um local privado.
A denúncia penal se soma ao âmbito civil apresentada por Gayet contra a "Closer" pela publicação das primeiras fotos que revelavam seu suposto romance com Hollande, da qual haverá uma audiência em 6 de março. Nessas imagens, a atriz e o presidente apareciam separadamente em frente ao imóvel onde supostamente se encontravam, junto ao Palácio do Eliseu. O Código Civil francês protege o "direito ao respeito da vida privada", por isso os advogados de Gayet reivindicam à "Closer" 50 mil euros por danos morais e prejuízos e outros 4 mil por despesas judiciais.
A atriz já havia apresentado uma denúncia em março de 2013 para tentar identificar os autores dos rumores sobre seu romance com o presidente, mas a Procuradoria de Paris fechou a investigação sem encontrar evidências. Hollande, por sua vez, expressou sua "indignação total" pela publicação das fotos na "Closer" mas renunciou a ações judiciais pois sua condição de chefe do Estado, protegido pela imunidade, o coloca em uma situação de superioridade.









