Logo R7.com
RecordPlus

Bachelet diz que jamais apoiará o fim de um governo eleito livremente

Em seu primeiro discurso, presidente critica as decisões do governo venezuelano 

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Bachelet falou sobre os conflitos na Venezuela
Bachelet falou sobre os conflitos na Venezuela

"Jamais apoiaremos nenhum movimento que de maneira violenta queira derrubar um governo eleito livre e constitucionalmente", afirmou nesta quarta-feira (12) a nova presidente do Chile, Michelle Bachelet, com relação à situação que a Venezuela vive.

"Sempre há certos princípios que é preciso valorizar, que são o respeito aos direitos humanos, à democracia e à Constituição", ressaltou Bachelet em sua primeira entrevista coletiva desde que tomou posse novamente como presidente do Chile, na última terça-feira (11).


A presidente revelou que nas reuniões que manteve nestes dias com os governantes dos países-membros da União de Nações Sul-americanas (Unasul) que chegaram ao Chile para participar de sua posse, pôde constatar que há uma postura unânime com relação à crise venezuelana.

— A atitude de todos os presidentes de Unasul é de acompanhamento e busca de todas as fórmulas para que a paz e o diálogo sejam a maneira como o povo venezuelano possa soberanamente seguir adiante, apontou.


Bachelet assume prometendo reformas e com altas expectativas

Bachelet fez votos de que na reunião que nas próximas horas realizarão em Santiago os chanceleres deste organismo, seja possível chegar a acordos que permitam que a Unasul acompanhe um caminho de paz e diálogo para resolver conflitos de interesse que possam existir na sociedade venezuelana.


Com relação a isso, a presidente Dilma Rousseff anunciou na última terça-feira que a reunião de chanceleres decidirá o envio de uma comissão à Venezuela que pode incluir representantes de todos os países sul-americanos e que terá por objetivo ser interlocutor entre o governo venezuelano e a oposição.

Neste sentido, a presidente Bachelet reiterou a vontade de seu governo de apoiar o povo e o governo da Venezuela em um processo que permita seguir adiante em seu caminho democrático em um governo eleito democraticamente e que possa resolver suas contradições.


A governante lamentou profundamente a morte de Giselle Rubilar, a cidadã chilena que perdeu a vida após receber no último sábado (8) um disparo na cabeça na cidade de Mérida, a 500 quilômetros de Caracas.

— Dei instruções claras à Chancelaria para que possa ajudar a família e sabemos que o governo venezuelano está fazendo uma investigação para conhecer a verdade do sucedido, acrescentou.

Cerca de 20 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas em fatos de violência relacionados com os protestos antigovernamentais que explodiram em 12 de fevereiro na Venezuela. 

O que acontece no mundo passa por aqui

Seja bombardead@ de boas notícias. R7 Torpedos

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.