Bahrein lembra segundo aniversário dos protestos com greve geral
Internacional|Do R7
Manama, 14 fev (EFE).- Os opositores do Bahrein lembram nesta quinta-feira o segundo aniversário do início dos protestos no país com uma greve geral, de dois dias, que levou ao fechamento de muitas lojas desde ontem à noite. A opositora Coalizão 14 de Fevereiro convocou uma greve geral, que começou às 20h locais de ontem (15h de Brasília), para favorecer as marchas, organizadas por causa do aniversário. Os habitantes de várias cidades levantaram barricadas nas ruas principais para evitar que a polícia frustrasse os protestos. Na terça-feira, foram registrados tumultos em várias partes do país, onde os agentes dispersaram os manifestantes à força. Os opositores tentaram chegar à praça de Lulu (Perla), no centro de Manama, com o objetivo de se manifestar no antigo epicentro dos protestos, mas as forças da ordem impediram, usando gás lacrimogêneo. Desde 14 de fevereiro de 2011, cerca de 115 pessoas morreram, 2 mil foram detidas e mais de 2 mil perderam seus cargos por participar das manifestações, segundo dados da oposição. Em comunicado coincidindo com o aniversário, Anistia Internacional (AI) denunciou que os barenitas continuam "pagando o preço da liberdade", já que persistem os casos de ativistas detidos por expressar suas opiniões dois anos depois que explodissem os protestos em Bahrein. O grupo de direitos humanos considerou que as autoridades mantêm na prisão ativistas que expressaram seus pontos de vista nas redes sociais ou manifestações pacíficas. Segundo a diretora adjunta do Programa Regional para o Oriente Médio e o Norte da África da AI, Hasiba Sahraui, "chegou o momento que os detidos por exercer sua liberdade de expressão serão libertados e que cessarão o assédio a outros ativistas". Bahrein, um pequeno reino de maioria xiita, é palco há dois anos de protestos para exigir reformas políticas que foram reprimidas pela monarquia sunita governante. Os opositores do Bahrein lembram nesta quinta-feira o segundo aniversário do início dos protestos no país com uma greve geral, de dois dias, que levou ao fechamento de muitas lojas desde ontem à noite. A opositora Coalizão 14 de Fevereiro convocou uma greve geral, que começou às 20h locais de ontem (15h de Brasília), para favorecer as marchas, organizadas por causa do aniversário. Os habitantes de várias cidades levantaram barricadas nas ruas principais para evitar que a polícia frustrasse os protestos. Na terça-feira, foram registrados tumultos em várias partes do país, onde os agentes dispersaram os manifestantes à força. Os opositores tentaram chegar à praça de Lulu (Perla), no centro de Manama, com o objetivo de se manifestar no antigo epicentro dos protestos, mas as forças da ordem impediram, usando gás lacrimogêneo. Desde 14 de fevereiro de 2011, cerca de 115 pessoas morreram, 2 mil foram detidas e mais de 2 mil perderam seus cargos por participar das manifestações, segundo dados da oposição. Em comunicado coincidindo com o aniversário, Anistia Internacional (AI) denunciou que os barenitas continuam "pagando o preço da liberdade", já que persistem os casos de ativistas detidos por expressar suas opiniões dois anos depois que explodissem os protestos em Bahrein. O grupo de direitos humanos considerou que as autoridades mantêm na prisão ativistas que expressaram seus pontos de vista nas redes sociais ou manifestações pacíficas. Segundo a diretora adjunta do Programa Regional para o Oriente Médio e o Norte da África da AI, Hasiba Sahraui, "chegou o momento que os detidos por exercer sua liberdade de expressão serão libertados e que cessarão o assédio a outros ativistas". Bahrein, um pequeno reino de maioria xiita, é palco há dois anos de protestos para exigir reformas políticas que foram reprimidas pela monarquia sunita governante. EFE bar-ssa/tr











