Bombardeios e confrontos matam 43 jihadistas do Estado Islâmico no Iraque
Internacional|Do R7
Bagdá, 14 out (EFE).- Pelo menos 43 integrantes do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram nesta terça-feira em bombardeios aéreos e confrontos com as forças governamentais em diferentes partes do Iraque, informaram à Agência Efe fontes de segurança ligadas ao incidente. Ao todo, 22 extremistas perderam a vida em uma operação militar das forças iraquianas na cidade de Hanbas, 45 quilômetros ao noroeste de Baquba, capital da província de Diyala, no nordeste do país. Outros 13 jihadistas morreram em ataques aéreos contra posições do EI em Duluiya, Balad e Samarra, no sul da província de Saladino, no norte do Iraque. As forças de segurança iraquianas e milícias xiitas conseguiram recuperar o controle de três aldeias - Al Buhsan, Bani At-Ta'mim e Al Karagol - ao sudeste da cidade de Al Dujail, 110 quilômetros ao sul da cidade de Tikrit, capital de Saladino. Pelo menos sete extremistas morreram e cinco carros foram destruídos durante os conflitos para recuperar as zonas. Outro jihadista perdeu a vida em um tiroteio com as forças de segurança na cidade de Sheruin, 40 quilômetros ao leste de Baquba. Na capital, pelo menos quatro pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas em um atentado com carro-bomba no bairro de Al Kazemiya, de maioria xiita, segundo fontes policiais. Abu Khatab, prefeito de Biji, cidade situada 30 quilômetros ao norte de Tikrit, morreu nesta terça-feira com dois auxiliares em bombardeios contra bases do Estado Islâmico, nos quais também foram destruídos três veículos do grupo extremista. Um membro das milícias xiitas morreu e outros sete foram feridos na cidade de Al Khales, 15 quilômetros ao norte de Baquba, durante confrontos com os jihadistas. Nas últimas semanas, o Iraque tem sido cenário de violentos combates entre as forças governamentais - apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos - e os jihadistas do EI, que controlam importantes regiões do país. Em junho, os extremistas efetuaram uma ofensiva e tomaram o controle de extensas zonas do norte do Iraque e proclamaram um califado no país e na Síria. EFE ah-ir/vnm











