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Brahimi se reunirá em Genebra com os governos de EUA e Rússia no dia 5

Internacional|Do R7

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Nações Unidas, 22 out (EFE).- O mediador internacional para a Síria, Lakhdar Brahimi, se reunirá no próximo dia 5 de novembro em Genebra com representantes dos Estados Unidos e da Rússia, anunciou nesta o escritório do porta-voz da ONU, Martin Nesirky. O representante especial das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria também terá encontros no mesmo dia com representantes de outros membros permanentes do Conselho de Segurança. Brahimi lidera junto ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os esforços das Nações Unidas para convocar uma conferência de paz sobre a Síria em Genebra. A ONU reiterou em várias ocasiões que espera que as partes cheguem a um acordo para realizar essa conferência internacional em meados de novembro. Enquanto o regime de Bashar al Assad confirmou sua intenção de comparecer a Genebra, a oposição continua fragmentada e não conseguiu definir o envio de uma representação unida à reunião. Precisamente hoje, o governo espanhol expressou sua disposição de abrigar uma nova reunião da oposição antes da cúpula de Genebra. Por sua parte, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse hoje em Londres que a conferência acontecerá "tão breve quanto for possível". Kerry participou em reunião do Grupo de Amigos da Síria, após a qual disse junto a seu colega britânico, William Hague, que não há lugar para Assad no futuro político desse país. À margem dos esforços políticos, continua o desarmamento químico no marco do acordo entre Moscou e Washington para evitar uma intervenção militar americana na Síria. A chefe da missão internacional encarregada do desarmamento, Sigrid Kaag, chegou nesta segunda-feira a Damasco para supervisionar as atividades no terreno e agradeceu ao governo sírio sua "completa cooperação" com a equipe de inspetores no país. A Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) se encarrega da parte mais técnica da tarefa e a ONU dos trabalhos de coordenação com o regime de Damasco e a oposição. Desde que explodiu o conflito sírio há mais de dois anos e meio morreram mais de 100 mil pessoas e mais de cinco milhões necessitam de ajuda humanitária de emergência. EFE elr/jt-rsd

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