Casal assassino de Las Vegas é associado a grupos supremacistas brancos
Internacional|Do R7
Washington, 9 jun (EFE).- A polícia vincula a grupos supremacistas brancos o casal que ontem assassinou dois policiais e uma pedestre e depois se suicidaram em um centro comercial de Las Vegas (Nevada, Estados Unidos), segundo informou nesta segunda-feira a imprensa local. Segundo as versões da polícia e das testemunhas, os supostos atacantes, ao grito de "Revolução!" entraram neste domingo em um restaurante Cici's, ao leste de Las Vegas, e mataram os dois agentes quando eles almoçavam. Os policiais assassinados foram identificados como Alyn Beck, de 42 anos, e Igor Soldo, de 32. Após matar os policiais e tomar suas armas, cruzaram a avenida Stewart e, segundo as testemunhas citadas pela imprensa local, atiraram uma mulher que estava em frente às portas de um supermercado Wal-Mart. "Usavam mochilas e observei que tinham pistolas na mão", disse um pedestre, Álvaro López, à televisão local "KLAS". "O homem me disse que avisoaos policiais que esta era uma revolução e que ele acabava de matar dois 'milicos' dentro do Cici's", disse López. Enquanto dezenas de clientes do Wal-Mart fugiam aterrorizadas, começou um tiroteio entre os criminosos e os policiais enviados ao local. Segundo a versão policial, a mulher matou seu marido e depois se suicidou. Brandon Moore, morador do complexo de apartamentos onde supostamente viviam os assassinos disse ao jornal "Las Vegas Sun" que o casal já havia distribuído "propaganda de supremacia branca". Outros moradores disseram ao jornal que o homem e a mulher tinham ido recentemente ao rancho do fazendeiro ultraconservador Cliven Bundy durante um confronto entre membros de milícias armadas e agentes do governo federal. Bundy, contrário à existência do governo federal, é um rancheiro que acumula uma década de dívidas de tarifas por pastorear seu gado em terras federais. EFE jab/tr













