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CNE da Venezuela descarta denúncia de Capriles no Twitter

Internacional|Do R7

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Caracas, 12 abr (EFE).- O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela descartou que nesta sexta-feira tenha sido violada a proibição de fazer propaganda uma vez encerrada a campanha, em resposta a uma denúncia formulada pelo candidato opositor Henrique Capriles. A presidente do CNE, Tibisay Lucena, se pronunciou em uma entrevista ao canal "Globovisión" sobre um comentário feito no Twitter por Capriles, que acusou o canal estatal "Venezolana de Televisión" de violar a legislação ao transmitir um documentário sobre o golpe de Estado do ano de 2002. "A 'VTV' violando descaradamente a legislação eleitoral! Sra Lucena Ud fará cumprir a Lei? A campanha terminou ontem!", disse Capriles em sua conta no Twitter. Lucena descartou que essa transmissão viole as normas, ao assinalar que o documentário narra fatos históricos. "No Twitter não são feitas denúncias, elas podem ser fetias aqui no CNE. Os fatos de abril do ano de 2002 são fatos históricos, o Conselho não pode dizer que apaguem essa parte da história", acrescentou Lucena. A "VTV" transmitiu um documentário intitulado "Asedio una embajada", no qual questiona o papel representado por Capriles, naquela época prefeito do município de Baruta, em uma tomada à embaixada de Cuba na capital venezuelana durante os dias do golpe de Estado que em abril de 2002 tirou Hugo Chávez do poder por 48 horas. Lucena considerou, no entanto, que o documentário não foi usado "como arma para prejudicar algum candidato". A campanha eleitoral venezuelana terminou nesta quinta-feira depois de dez dias intensos nos quais os candidatos jogaram todas suas cartas para convencer o eleitorado de que são a melhor opção para suceder o ex-presidente Chávez. EFE ig/ma

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