Logo R7.com
RecordPlus

Comissão Europeia parabeniza Napolitano e defende "êxito" de seu 1º mandato

Internacional|Do R7

  • Google News

Bruxelas, 20 abr (EFE).- A Comissão Europeia (CE) parabenizou o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, por sua reeleição neste sábado e defendeu o "êxito" de seu primeiro mandato, assim como a necessidade de "mais calma" nos governos da União. "Em nome da Comissão Europeia e no meu próprio, quero lhe parabenizar por sua reeleição", assinalou o presidente do Executivo comunitário, José Manuel Durão Barroso, em mensagem encaminhada a Napolitano. Segundo Barroso, a renovação do presidente da República pelo Parlamento "confirma o êxito" de seu primeiro mandato, no qual Napolitano "cumpriu com seu papel institucional" como "fiador da união nacional e promoveu o perfil internacional do país". O veterano político de 87 anos, o primeiro presidente italiano reeleito para um segundo mandato, recebeu hoje um amplo respaldo parlamentar depois que vários partidos se mostrou a favor de sua permanência no cargo para superar a atual crise política. "Sua reeleição chega em um momento crucial no processo de integração, que requer que tanto os governos nacionais como as instituições europeias sigam com calma, coragem e visão de futuro", assinalou Barroso. Segundo o político português, "os cidadão da Europa, agora mais do que nunca, estão pedindo a nossas instituições a renovação de um compromisso democrático capaz de superar a crise para restaurar o crescimento e o emprego". "Estou seguro que com o senhor (Napolitano) como presidente, a Itália, de acordo com suas tradições pró-europeias, continuará exercendo uma contribuição decisiva para nosso ideal europeu comum", acrescentou Barroso. Napolitano terá que recolher todas as forças possíveis para, após sua posse, voltar a realizar uma rodada de consultas para saber se há novas soluções para a formação do governo. De acordo com a imprensa italiana, o presidente italiano teria posto como condição para sua reeleição a disponibilidade dos partidos a apoiar um governo de transição capaz de articular urgentes reformas. EFE mvs/fk

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.