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Comitê do Senado americano pode votar amanhã ataque militar na Síria

Internacional|Do R7

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Washington, 3 set (EFE).- O presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, Bob Menéndez, afirmou que os senadores tentam fechar um texto definitivo de resolução sobre o uso da força contra a Síria nesta terça-feira que poderia ser votado já amanhã. Menéndez fez o anúncio durante a primeira audiência do Comitê de Relações Exteriores dedicada a debater o pedido do presidente Barack Obama sobre uma intervenção militar limitada em represália ao suposto uso de armas químicas em um ataque do regime sírio nos arredores de Damasco no último dia 21. O senador democrata de Nova Jersey explicou que a meta dos senadores é pactuar a linguagem para uma resolução que apoie os objetivos da Casa Branca de dissuadir e degradar a capacidade do regime sírio de Bashar al Assad de utilizar armas químicas no futuro. Os senadores também querem que a iniciativa seja suficientemente específica para garantir que não se tratará de um conflito sem fim, e que não implicará de jeito nenhum, como prometeu Obama, no envio de soldados americanos na Síria. "Nosso desejo é tentar consegui-lo antes do fim do dia e ter a chance de uma votação amanhã", disse Menéndez. Durante a audiência de mais de três horas, os secretários de Estado e de Defesa, John Kerry e Chuck Hagel, assim como o chefe do Estado-Maior, Martin E. Dempsey, advertiram para as graves consequências de o Congresso não atuar agora, e disseram que os Estados Unidos devem mandar uma mensagem ao mundo que não se tolerará o uso de armas químicas. Obama "está pedindo uma autoridade limitada para diminuir a capacidade atual e dissuadi-lo de usar armas químicas no futuro", explicou Kerry, que acrescentou que Obama "não está pedindo permissão do Congresso para destruir o regime inteiro". O Congresso iniciou hoje uma série de audiências sobre um possível ataque militar contra a Síria, e tanto democratas como republicanos estão divididos sobre qual deve ser a resposta dos EUA e como evitar uma escalada do conflito civil no país árabe. EFE mp/cd/rsd

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