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Conselho de Segurança pede a Israel e palestinos que reduzam a violência

A mensagem da reunião privada do Conselho de Segurança é que "a violência deve cessar"

Internacional|Do R7

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Explosões e fumaças são vistas depois que Israel atacou a região norte da Faixa de Gaza
Explosões e fumaças são vistas depois que Israel atacou a região norte da Faixa de Gaza

O Conselho de Segurança da ONU discutiu nesta quinta-feira (15) a escalada da violência entre Israel e os palestinos de Gaza, mas não tomou decisões, embora tenham sido lançadas chamadas para que as duas partes ponham fim aos enfrentamentos.

O embaixador indiano na ONU, Haerdeep Singh Puri, cujo país preside o Conselho de Segurança neste mês, pediu a Israel e aos palestinos a "máxima contenção" para evitar que "a situação se deteriore ainda mais".


A mensagem da reunião privada celebrada nesta noite pelo Conselho de Segurança é que "a violência deve cessar", disse à imprensa o embaixador indiano.

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Essa reunião de emergência teve um formato especial, denominado "privado", pelo que foi realizada a portas fechadas, com a participação de outras partes (israelenses e palestinos) e a presença de outros países que não intervieram (alguns árabes).

O encontro, convocado pelo Egito, transcorreu por mais de uma hora e meia na sede das Nações Unidas, em Nova York, depois que o secretário-geral Ban Ki-moon expressou por telefone ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sua preocupação com a "alarmante" escalada de violência na Faixa de Gaza e no sul de Israel.


Nove pessoas, entre elas o líder do braço armado do Hamas, Ahmed Jaabari, morreram nesta quarta-feira em um ataque seletivo israelense em Gaza. As milícias da faixa, por outro lado, dispararam 55 foguetes contra povoados no sul de Israel.

A embaixadora americana, Susan Rice, apoiou Israel ao ressaltar que nada justifica a violência do Hamas e de outros grupos terroristas contra o Estado judeu. Os palestinos, por sua vez, haviam pedido ao Conselho de Segurança que aprovasse uma declaração contra Israel, o que não ocorreu.

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